Assinado convênio para reconstrução do Museu da Língua Portuguesa

museuTrinta dias depois do incêndio, o governador  de São Paulo, Geraldo Alckmin, recebeu na tarde desta quinta-feira, 21, Nelson Savioli e Luiz Henrique Cordeiro, da Fundação Roberto Marinho e Luiz Bloch, da organização social ID Brasil, para assinatura de um convênio, por meio da Secretaria da Cultura, visando ao restauro da Estação da Luz e reconstrução do Museu da Língua Portuguesa. A Fundação Roberto Marinho foi a responsável pela implantação original do Museu da Língua, em 2006, também mediante convênio com o Estado de São Paulo.

“Nós assinamos, hoje, um convênio com a Fundação Roberto Marinho que vai nos ajudar a liderar esse trabalho de reconstrução do Museu”, informou o Governador.

O atual acordo estabelece que a Fundação Roberto Marinho será a responsável pela execução das obras de reconstrução, restauro e reinstalação do museu, inclusive com revisões museográficas, com colaboração da Secretaria da Cultura do Estado e da ID Brasil, responsável pelo gerenciamento do Museu. A proposta é tomar como base o projeto arquitetônico que orientou o restauro de 2006, com os ajustes necessários para atualização. A exposição original, baseada em recursos de multimídia, está totalmente preservada em um datacenter e será aprimorada.

O convênio vai garantir celeridade aos esforços iniciais para a continuidade das obras de restauro, que serão alavancadas com a indenização do seguro, já que o edifício tinha apólice contra incêndio no valor total de R$ 45 milhões.  Além disso, a Secretaria também articulará outros parceiros e patrocinadores que já demonstraram interesse em apoiar a recuperação do Museu da Língua Portuguesa.

Enquanto a obra acontece, o Museu da Língua Portuguesa continuará desenvolvendo suas atividades em outros espaços, fazendo jus à proposta que lhe deu origem: seu acervo é a língua viva, falada por todos os povos lusófonos, nos seus mais variados sotaques e evoluções. Estão sendo planejadas exposições itinerantes pelo interior, fortalecimento da plataforma educativa online e outras ações para o público da capital.

Fonte: Secretaria da Cultura de São Paulo
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Língua é uma barreira à integração da geração mais antiga de emigrantes no Canadá

canadaday01A comunidade portuguesa está bem integrada na região de Windsor e Essex County, no Canadá,mas a língua permanece como uma barreira para a geração mais antiga de emigrantes, informou à Lusa a gestora de Formação e Recrutamento Comunitário do Conselho Multi-cultural daquela região do sul do Canadá, Camila Alves.

A imigrante, natural de S. Paulo (Brasil) e com avô português, está no Canadá há 12 anos, salientou que a comunidade portuguesa “tem tido um papel importante no desenvolvimento económico e social da comunidade local”.

“A comunidade portuguesa não é muito recente. Não faz parte das novas ondas de imigração que se sentem nos últimos cinco a dez anos. É uma comunidade já estabelecida, inclusive já tem segunda e terceira gerações de portugueses nascidos no Canadá. Uma primeira geração dedicava-se à atividade econômica predominante de Leamington, que era o setor da agricultura (e pesca)”, sublinhou Camila Alves.

As gerações nascidas no Canadá (segunda e terceira) já estão bem integradas, comparativamente com a comunidade brasileira, a comunidade portuguesa “é como um todo, é ativa, mais organizada e visível”, tendo “contribuindo bastante socialmente e economicamente para a comunidade local”.

A comunidade portuguesa tem sido visível na região Windsor e no Condado de Essex, há já algum tempo, sendo as barreiras da linguagem “pertinentes”, até porque uma parte da comunidade “está idosa”, adjetivou.

“Essas pessoas que chegaram primeiro, não se ligaram muito fora da comunidade, agora dependem dos amigos e dos familiares, pois não aprenderam a língua (inglesa) para fazer essa ligação”, enalteceu a responsável.

Camila Alves contou ainda que a língua “é uma barreira muito importante para os idosos”, pois quando necessitam de ir ao médico, dependem dos familiares, ficando muitas vezes em situação vulnerável, dependendo em muitas das situações dos intérpretes em situações, como a deslocação a um médico, a um hospital, ou algum serviço social”.

Calcula-se que existem no Canadá cerca de 550 mil portugueses. Na região do Condado de Essex, em Wheatley e Leamington, residem cerca de cinco mil.

Fonte: Lusa/ Revista Porto.com
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Língua Portuguesa vai integrar o programa do ensino público no Luxemburgo

EscolaA Língua Portuguesa vai ser um dos idiomas ensinados na Escola Internacional de Differdange, um estabelecimento de ensino público cuja criação foi aprovada pelo Parlamento luxemburguês.

Esta é a primeira vez que o português integra o programa do ensino público no Luxemburgo.

A escola primária e secundária, que deverá abrir em setembro no sul do Grão-Ducado, vai ter duas seções linguísticas, uma francófona e outra anglófona, podendo os alunos optar por uma segunda língua desde o primeiro ano de escolaridade, entre francês, alemão, inglês e português.

A Escola Internacional de Differdange surge em resposta ao crescente número de alunos estrangeiros no Luxemburgo, a maioria portugueses.

De acordo com o projeto de criação da escola, “é da responsabilidade do Estado [luxemburguês] propor um sistema educativo público em que cada aluno tenha hipótese de sucesso, independentemente da língua falada em casa”, num “esforço para integrar os alunos estrangeiros”.

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Falta de aprendizado do português prejudica crianças brasileiras

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Foto: Agência Reuters

A dificuldade das crianças de nacionalidade estrangeira em aprender tanto a língua materna quanto o idioma japonês está cada vez mais evidente para os representantes das comunidades latinas, divulgou o jornal Mainichi.

Na última conferência realizada por representantes das cidades com grande número de residentes estrangeiros (外国人集住都市会議), foi constatado que apenas cinco munícipios oferecem assistência ao estudo da língua materna. A nível de província, ainda não existe salas de aula de português e espanhol que possam atender as crianças de origem latina.
Na conferência, representantes de 26 cidades de oito províncias se reuniram para discutir novas possibilidades para a educação das crianças que possuem nacionalidade de países da América Latina. Segundo especialistas, os pequenos são submetidos ao aprendizado de japonês enquanto ouvem os pais falarem outra língua em casa, o que dificulta o aprendizado de ambos os idiomas.

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IILP reafirma compromisso para implantação do vocabulário comum para as áreas da ciência e tecnologia

Marisa Mendonça

A Diretora Executiva do IILP reafirmou o seu compromisso e esforços  para buscar,  ainda neste mês, fontes de financiamento com os Estados membros da CPLP para a implantação  do projeto do vocabulário científico comum para as áreas da ciência e tecnologia.

O projeto foi pauta na  Reunião dos Ministros de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, realizada em Maputo, no ano de 2014,  recebeu a aprovação dos países e chegou a ter  o aval do Ministério da Educação brasileiro para a realização, no mesmo ano, da  I. Reunião Técnica Internacional para a Elaboração das Terminologias Técnicas e Científicas Comuns, previstas no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, no Plano Estratégico da Educação Superior, Ciência e Tecnologia (2014-18) e no Plano de Atividades da Direção Executiva do IILP, de 2014.

“A primeira etapa já está desenhada é muito chave. A partir dela, vamos ver como podemos caminhar e quais as capacidades que temos”, informou Marisa Mendonça. O investimento, para a primeira fase de execução, soma 130 mil euros.

Atualmente, cada país usa palavras científicas próprias. O projeto pretende padronizar a linguagem, criando bases terminológicas comuns aos nove países de Língua Portuguesa nos domínios técnico e científico.

Na primeira etapa, a entidade pretende definir termos comuns para áreas prioritárias dos países, como a agricultura. De acordo com Marisa, todos os países devem estar envolvidos.

“Uma das primeiras ações é a formação de equipes nacionais. Há uma diferença muito grande em recursos especializados em cada um dos países. Em alguns há muitos especialistas em terminologias. Em outros, não. Temos de começar por ai, formando equipes”.

Em formato digital e disponível de forma universal e gratuita através da Internet, o projeto pretende seguir os mesmos princípios e a mesma forma de abordagem seguidos para a execução do VOC.

Fonte colaboradora: Agência Brasil

 

 

 

 

 

 

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Escola dos EUA lança programa inédito de ensino bilíngue

childrensA diretora de educação bilingue para as escolas públicas de Brockton explicou que a iniciativa estará aberta “a qualquer família que queira desenvolver o bilinguismo e a biliteracia” e que “50 por cento da instrução será dada em inglês e 50 por cento será dada em português.”

Através de sorteio, 50 crianças cujos pais tenham concordado com a sua inclusão serão divididas em duas turmas e fazer parte do projeto até ao quinto ano.

Dois professores vão estar responsáveis pelo planejamento do currículo para assegurar a transição entre as duas línguas.

Kellie Jones explicou ao jornal “The Enterprise” a escolha do português dizendo que é a sexta língua mais falada no mundo, citando uma lista publicada pelo governo dos EUA com as línguas de que o país tem mais necessidade e nomeando a grande comunidade portuguesa, brasileira e cabo-verdiana que existe em Massachusetts.

O programa estará limitado a crianças com família de países de expressão portuguesa.

“Podemos construir com base naquilo que já existe e ajudar a desenvolver capacidade importantes para o século XXI”, disse a responsável.

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IILP inaugura sua Biblioteca

Está marcada para a próxima terça-feira (19) a inauguração oficial da Biblioteca do IILP.

“Um espaço aberto ao público, contribuindo para a maior oferta de obras disponíveis, ao nível da cidade da Praia, a  biblioteca não será só um espaço de leitura, mas vai também dinamizar atividades sobre a oralidade, a leitura, promovendo a aprendizagem e o contato com a língua portuguesa”, informou Marisa Mendonça, Diretora Executiva do IILP .

Conforme a dirigente, a formação sobre catalogação e tratamento bibliográfico informatizado, realizada em agosto passado para funcionários e bolseiros do  IILP e funcionários de instituições públicas cabo-verdianas, possibilitou a organização da biblioteca do Instituto. Com esta organização, o acervo da Biblioteca ficará ligado ao do Centro de Documentação da CPLP, o que constituirá uma mais-valia para quem pretender conhecer o conjunto de obras disponíveis.

 

Inauguração Biblioteca modelo 03

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Literatura Infanto-Juvenil vai reunir escritores da Lusofonia

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A Fundação “O Século” irá realizar o 2.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil, entre os dias 22 a 27 de Fevereiro de 2016.
O 2.ºEncontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia vai reunir vários escritores, ilustradores e contadores de histórias da Língua Portuguesa com o objetivo promover o debate em torno da literatura para a infância e juventude e a circulação do livro e do autor no espaço da Lusofonia.

Informações relativas ao 2.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia estão disponíveis no site http://lusofonia.oseculo.pt/

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Moçambique defende criação de uma biblioteca digital comum

Biblioteca Digital“A nossa ideia é criar uma única biblioteca digital comum, um espaço onde o cidadão de qualquer Estado pode ter acesso às informações dos países da lusofonia”, disse Jairoce, em declarações à Lusa em Maputo.

Quando o acesso à informação é ainda um desafio para alguns Estados africanos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), como é o caso de Moçambique, Jorge Jairoce entende que a criação de uma biblioteca digital comum pode dinamizar o processo da democratização da informação, ponto destacado como elementar no quadro das estratégias de governação destes Estados.

“Nós temos de perceber que o acesso à informação, através da plataforma digital, é um elemento importante hoje para o desenvolvimento de qualquer país”, acrescentou o diretor da Biblioteca Nacional de Moçambique.

Numa primeira fase, o projeto dependerá do orçamento interno de cada país, tendo em conta as assimetrias que existem a nível económico entre os Estados integrantes da CPLP, adiantou Jorge Jairoce.

Enquanto Portugal e Brasil já possuem bibliotecas nas plataformas digitais, países como Moçambique e Angola debatem-se ainda com o problema da digitalização do seu espólio, condição elementar para a sua integração na iniciativa.

“A nossa grande dificuldade neste projeto está relacionada com os recursos financeiros”, lamentou Jorge Jairoce, lembrando que uma única máquina de digitalização de documentos no mercado internacional está orçada em cerca de 100 mil euros.

“A vontade política até existe, mas não basta vontade sem financiamento”, concluiu o diretor da Biblioteca Nacional de Moçambique, prevendo para os próximos dois anos a implementação efetiva do

Fonte:  Lusa

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Estamos no meio da maior extinção de idiomas que a Terra já viu

linguagem_0Quando uma língua morre, desaparecem com ela culturas, mitologias e conhecimentos científicos. A má notícia é que estamos no meio da maior extinção de idiomas que a Terra já viu. Saiba mais na reportagem  realizada por Luiz Romero para revista Super interessante, clique aqui

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