Escritores Online, o novo portal de escritores de língua portuguesa

v-jDisponível desde outubro, Escritores.Online é um novo motor de busca sobre escritores de língua portuguesa, um portal que pretende ser a maior e a mais completa base de dados sobre escritores contemporâneos de língua portuguesa.

O site inclui informações biográficas sobre os autores, ligações para os seus espaços na Internet (site, blogue e redes sociais), obras publicadas, respectivas sinopses e capas, comentários de leitores, notícias em permanente atualização e vídeos enviados pelos escritores. A

A nova plataforma digital permite, ainda, uma verdadeira interatividade com os utilizadores, uma vez que lhes permite “gostar” e/ou comentar as diferentes publicações e sugerir diretamente a inserção de novos autores e de novos livros. Acesse, clique aqui

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Evanildo Bechara lança dicionário de dúvidas da língua portuguesa

a-foto-de-Evanildo-BecharaO gramático e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) Evanildo Bechara lançou no último dia 17, o  “Novo dicionário de dúvidas da língua portuguesa”.

Guia de consulta rápida e fácil, a publicação ajuda a esclarecer as dificuldades mais recorrentes no nosso dia a dia. “A língua portuguesa é rica e, em alguns pontos, bem complexa. Por isso, é natural que seus falantes tenham dúvidas”, explica o professor. Bechara também incluiu os problemas mais comuns entre os candidatos de concursos públicos, além dos que estudantes e profissionais de diferentes áreas têm levado a ele nos últimos anos.

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IILP: novos projetos em 2017

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A proposta do “plano de leitura CPLP” (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) deverá ficar concluída no primeiro trimestre de 2017 e o projeto deverá arrancar ainda no próximo ano, adiantou Marisa Mendonça, em declarações à Lusa, à margem do congresso “Língua e Cultura Portuguesas — Memória, Inovação e Diversidade”, organizado pela Universidade Lusófona.

Este plano de leitura será “uma mais-valia incontornável” para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), “uma vez que não têm até este momento um plano nacional de leitura” e, assim, será “uma alternativa boa e mais alargada”, referiu a responsável do IILP, no encontro.

Já para Portugal e Brasil, este plano assume-se como “uma alternativa mais alargada e construída de uma forma comum”, mas “sem querer comprometer” os respetivos planos nacionais de leitura.

Esta iniciativa do IILP pretende “responder a uma necessidade de um maior conhecimento mútuo sobre aquilo que é a riqueza literária da comunidade” lusófona, disse Marisa Mendonça, constatando que, “mesmo ao nível dos Estados-membros, esse conhecimento ainda tem um nível muito baixo”.

O projeto das terminologias científicas da língua portuguesa que tem como proposta recolher estudos terminológicos dos Estados-membros e fazer uma sistematização dos resultados dentro de uma plataforma de bases terminológicas comuns para áreas específicas, também faz parte da agenda de ações do IILP, em 2017.

“Muitas vezes pensamos por que é que o português não está nas Nações Unidas ou nas grandes organizações. Ele já está em várias organizações, mas é importante darmos consistência a esta entrada do português nas grandes organizações através de uma base terminológica comum para evitarmos que tradutores e intérpretes usem termos completamente diferenciados”, explicou.

 

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Aumenta número de falantes de Língua Portuguesa

images-1Se as projeções demográficas das Nações Unidas estiverem certas, em 2050 haverá cerca de 387 milhões de lusofalantes em todo o mundo.  Até final do século esse número deverá aumentar até aos 487 milhões.

A Língua Portuguesa é neste momento utilizada por 261 milhões de pessoas, sendo a quarta língua mais falada no mundo, atrás do mandarim, do espanhol e do inglês.

Assista a reportagem produzida pela RTP durante o lançamento do Novo Atlas da Língua Portuguesa clique aqui

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Língua portuguesa enfrenta hoje “desafios e dificuldades”

download“A língua portuguesa é uma das mais faladas do mundo e uma das mais globais no mundo de hoje”, afirmou ontem (15) o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva , durante a apresentação, no Palácio das Necessidades, do Novo Atlas da Língua Portuguesa, da autoria do reitor do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Luís Antero Reto, e dos professores, da mesma faculdade, Fernando Luís Machado e José Paulo Esperança.

No entanto, a política da língua enfrenta hoje “desafios e dificuldades”, avisou Augusto Santos Silva.

O ministro exemplificou com o caso de Timor-Leste, onde, apesar de o português ser língua oficial, apenas as gerações mais velhas o falam, devido à ocupação indonésia, pelo que “é preciso difundir o ensino” da língua portuguesa naquele país.

Por outro lado, em Portugal fala-se um português com “típico fechamento de vogais”, o que “pode levar à incompreensão entre falantes de duas variantes da mesma língua”, algo que, segundo o governante, só se combate “pela comunicação tão constante quanto possível entre os falantes dessas variantes”.

Em Angola ou Moçambique, por exemplo, o português “é essencial para a constituição de uma identidade nacional, visto que há incomunicabilidade linguística entre outras línguas maternas”, ao passo que em Cabo Verde, “a presença da língua portuguesa só faz sentido num diálogo de vantagens mútuas com a língua local, o cabo-verdiano”, considerou.

Santos Silva referiu, depois, várias responsabilidades associadas à língua portuguesa, nomeadamente a de os 22 países da Conferência Ibero-Americana (Portugal, Espanha e Andorra, na Europa, e mais 19 países da América Latina) se terem comprometido a introduzir ambos os idiomas nos respetivos sistemas de ensino.

O ministro salientou também a adesão, em outubro, de quatro novos países observadores (Uruguai, Hungria, República Checa e Eslováquia) à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que devem também promover o português nos seus territórios, e à decisão dos novos países do bloco lusófono de reforçar o papel do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

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Há 44 mil alunos a aprender português no Senegal

downloadÉ a primeira língua de dezenas de milhões de alunos mas só 11 países a têm nos currículos oficiais como segunda ou terceira, abrangendo 80 mil estudantes

Milhões de alunos aprendem em português nos seus países. Desde logo, naqueles onde o idioma é falado ou existe uma forte comunidade de imigrantes e lusodescendentes. Mas, entre os que têm outras línguas oficiais, apenas 11 oferecem a Língua Portuguesa como oferta curricular, acessível à generalidade dos estudantes do ensino secundário. No total, contam com mais de 80 mil alunos. E um deles responde por mais de metade: 44 mil. Não é a Espanha – essa surge em segundo lugar, com 23 mil estudantes. É o Senegal.

“Esta é uma relação que tem muitos antecedentes”, diz ao DN Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões. O português, lembra, está nos currículos desde 1960, ano em que o país ganhou a independência e passou a ser liderado pelo político e escritor Léopold Sedar Senghor, cujo apelido paterno deriva da palavra portuguesa: “Senhor”. “Durante muito tempo, a figura de Senghor foi protetora e tutelar da luta contra o domínio colonial, a par do [angolano] Agostinho Neto. Essas duas figuras contribuíam para essa presença, ainda hoje, de uma massa tão grande de interessados no Português, que depois tem também uma expressão na universidade, onde se formam os professores que nas 14 regiões ensinam a língua.

Há outros antecedentes históricos. Os portugueses foram os primeiros estrangeiros a chegar ao local, em meados do século XV. A Sul, junto à fronteira com a Guiné-Bissau, existe o enclave de Casamansa – assim batizada pelo navegador Dinis Dias, que a descobriu em 1455 -, que chegou a estar integrada em território nacional e onde ainda é falado um dialeto com origem no Português.

Curiosamente, conta Ana Paula Laborinho, “nem sequer é aí que está a maioria” dos alunos que aprendem a língua. Ainda que seja aí que a cooperação portuguesa “está a apostar”, nomeadamente através da abertura, em 2015, de um Centro de Língua Portuguesa na Universidade de Ziguinchor.

Quanto ao resto do país, embora a cooperação nacional esteja presente, a oferta do Português já está autonomizada há muito tempo, existindo um programa nacional para a disciplina. “Os professores que saem das universidades do Senegal já estão bem preparados”, diz. “O trabalho que fazemos com m eles é diferente do que acontece com outros países”.

Um mapa-mundo da língua

A oferta do ensino da Língua Portuguesa não se esgota, naturalmente, nestes países que a decidiram englobar nos seus currículos, e aos quais se deverão juntar em breve a Alemanha e a França.

Só na rede em que o Instituto Camões tem alguma participação existem perto de 160 mil estudantes, a maioria dos quais no ensino superior. E diversas países têm ofertas autonomizadas da língua, quer no básico e secundário quer no superior. Apenas a China – revela o Atlas da Língua Portuguesa, que será publicado na próxima semana (ver caixa), tem cerca de 30 universidades que oferecem a língua aos seus alunos.

O ensino do Português está também disponível na generalidade dos países europeus, através de ofertas públicas e privadas dirigidas à comunidade lusófona – só em França há mais de 10 mil alunos – e das secções portuguesas das Escolas Europeias (da Comissão Europeia), com 600 alunos. A Rede de escolas do Ministério da Educação no estrangeiro ensina o currículo português em todos os países da CPLP, à exceção do Brasil – está prevista a abertura de uma escola em São Paulo – e da Guiné Equatorial, abrangendo 6500 alunos. Em Timor, 7000 aprendem ainda nos centros de aprendizagem e formação escolar.

Onde se aprende como segunda língua

Existe ensino do Português em praticamente todo o mundo. Mas há apenas 11 países (nos Estados Unidos apenas nos estados do Massachusettse de Rhode Island) em que todos os alunos do secundário podem optar pela disciplina.

Senegal – 44 000

Espanha – 23 018

EUA – 10 074

Namíbia –  1 919

Bulgária – 805

Polónia – 150

Roménia – 167

Hungria – 90

República Checa – 45

Croácia – 30

Noruega – Sem informação

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«Língua e Literacia(as) no século XXI»

14670734_1243434092345049_3793690674664615788_n.jpgNos dias 4 e 5 de maio de 2017,  a Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, vai sediar  a 9ºedição das  Jornadas de Língua Portuguesa «Língua e Literacia(as) no século XXI».

A Submissão de resumos e pósteres até 13 de fevereiro. Mais informações pelo
Correio eletrónico: jornadaslp2017@gmail.com

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Vem aí a 4 CPLH!!

A Brasil em Mente tem o prazer de anunciar a 4a edição da Conferência sobre o Ensino, Promoção e Manutenção do Português como Língua de Herança (4CPLH). Entre os dias 17 e 20 de maio de 2017, educadores, pesquisadores e outros profissionais ligados a esse campo de estudos, além de pais que desejam manter o Português como língua-cultura-identidade em seus contextos familiares, vão reunir-se em Nova Iorque.

Para mais informações, visite a página do evento.

 Fonte:  Brasil em Mente 
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Congresso Língua e Cultura Portuguesas – Programação

congressoNos dias 18 e 19 de novembro, a Diretora Executiva do IILP, Marisa Mendonça, vai estar participando do Congresso Língua e Cultura Portuguesas   “Memória, inovação e diversidade”. Segue a Programação do evento:

Dia 18 de Novembro de 2016

09H00 Receção
09H30 Sessão de Abertura
Mário Moutinho – Reitor da ULHT
João Almeida Santos – Diretor da FCSEA
Manuel José Damásio – Diretor Executivo do ILIND
António Teodoro – Diretor do CeiED e do Instituto de Educação da ULHT

Painel 1

10H00/10H20 Olhares sobre a diversidade linguística: das línguas das nações às línguas das interações.
Paulo Feytor Pinto ( ESE de Setúbal)
10H20/10H40 O “interessante e o demonstrativo” nos discursos académicos multimodais
Clara Ferrão- (ESE de Santarém)
Debate
Moderadora: Teresa Cunha (APP)
11H00 Pausa café

Painel 2

11H20 Programas e Metas Curriculares de Português nos Ensinos Básico e Secundário
Apresentação e Coordenação da Associação de Professores de Português (APP)
Edviges Antunes Ferreira; Filomena Viegas; Luís Filipe Redes & Teresa Cunha
Debate
Moderadora: Clara Ferrão (ESE de Santarém)
12H45 Almoço

Painel 3

14H00 Mesa Redonda – Promoção da Língua Portuguesa: ações e projecções.
Sistemas educativos de Portugal e Brasil numa perspectiva comparada
António Teodoro (ULHT- CeiED)
O domínio da Língua como ferramenta de acesso ao conhecimento escolar: uma breve incursão pela Teoria dos Códigos Sociolinguísticos em Cabo Verde
Arlinda Cabral – (CICS.NOVA /ULHT.CeiED/ CPLP)
IILP: Por uma visão e gestão pluricêntrica da Língua Portuguesa
Marisa Mendonça (IILP)
Aquisição da Língua Portuguesa falada no Brasil. Dados de um estudo longitudinal
Lucimar Almeida (CeiED)
Expansão da língua portuguesa em África: o caso das Literaturas de Língua Portuguesa em África
Fátima Fernandes (Uni-CV)
Debate
Moderadora: Ana Benavente – Coordenadora do OP.Edu (ULHT-CeiED- OP.Edu)
15H30 Pausa Café

Painel 4

16H00/17H00 Momento de Expressão Dramática
À VOLTA de GIL VICENTE
Grupo de teatro AUÉÉÉU
17H30/19H30 Comunicações livres
Apresentação de posters Científicos
Moderador- Bento Cavadas (ESE Santarém – CeiED)
20H00 Jantar do Congresso

Dia 19 de Novembro de 2016

Painel 5

09H30/09H50 “Português: desafios com fios de ciência na construção da comunicação”
Esmeralda Santo e Dulce Franco (ULHT- CeiED)
09H50/10H10 Memória(s) lexical(is) e culturais do Francês na cultura portuguesa
Maria Neves Gonçalves José Brás & André Robert (ULHT CeiED & Université de Lyon -2)
10H10/10H40 Língua e Cultura Portuguesa: a proficiência na leitura e na escrita
Nazaré Coimbra (ULP- CeiED)
10H40/11H00 Ortografia da língua portuguesa. Questões sobre irregularidade
Óscar C. de Sousa (ULHT-CeiED)
Debate
Moderadora: Zenaida Chantre (ISCSP-UL)
11H00 Pausa café

Painel 6

11H15/11H35 Classe social, raça e género na peleja brasileira
Carlos Nogueira (Univ. de Vigo / IELT, FCSH)
11H35/11H55 António Sérgio: um impulsionar da cultura portuguesa
Maria João de Carvalho (UTAD)
11h55/12H15 Faria de Vasconcelos: um promotor da língua e cultura portuguesas
Ernesto Candeias Martins & Susana Bártolo (IPCB)
Debate
Moderadora: Arlinda Cabral (CICS.NOVA /ULHT.CeiED/ CPLP)

Painel 7

11H15/12H30 Mesa Redonda – Boas práticas do Ensino de Português nas escolas básicas e secundárias – Dar voz aos actores das Escolas Básicas e Secundárias
Nazaré Coimbra – (Agrupamento de escolas da zona Norte)
Carta Dimitri – (Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Gondomar)
Maria José Silva – (Agrupamento de Escolas da Amora)
Esmeralda Santo – (Agrupamento de Escolas de Lisboa)

Debate
Moderadores- José Duarte & Isabel Brites (ULHT- CeiED)

12H30 Almoço

Painel 8

15H00/17H00 Visita guiada à Casa Museu Fernando Pessoa
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70 anos de Estudos de Português na Universidade de Zurique

images-1A Cátedra Carlos de Oliveira, sob a direção da Profª. Maria Ana Ramos, organiza de 10 a 12 de novembro de 2016 um seminário científico sob o tema “Contactos e fronteiras em perspetiva. 70 anos de Estudos de Português na Universidade de Zurique”.

O programa contará com académicos de Portugal, do Brasil, da Suíça e da Alemanha, tendo a língua e a cultura portuguesas como fator aglutinador de culturas e de saberes.

Saiba mais, clique aqui

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