Abertas candidaturas para bolsas de estudo destinadas a estudantes da CPLP

getimage (2)Informa-se que se encontram abertas candidaturas para 125 bolsas de estudo destinadas a estudantes dos Estados-Membros da CPLP e mais cinco para estudantes de Macau. As referidas bolsas são atribuídas pelo Grupo Lusófona da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT).

Os benefícios educacionais proporcionados aos alunos com nacionalidade dos países da CPLP fazem parte do projeto da administração da Universidade de apoiar os países da Comunidade Lusófona na formação de quadros superiores de modo a a contribuir para o seu desenvolvimento

Prazos

  • 1ª fase: de 17 de julho a 18 de agosto
  • 2ª fase: 01 de setembro a 22 de setembro

Vagas

Bolsas por Pais da CPLP

Pais Número de vagas
Angola 25
Brasil 25
Cabo Verde 20
Guiné-Bissau 15
Guiné-Equatorial 10
Macau 5
Moçambique 10
São Tomé e Príncipe 15
Timor 5

Saiba mais , clique aquiaqui

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Português tem potencial de expansão enorme, diz embaixadora

Por Monica Grayley

Cristina-PucarinhoCom “vontade e determinação políticas”, os países que falam a língua portuguesa podem ajudar a projetá-la mais em todo o mundo. A afirmação é da embaixadora de Portugal, Cristina Pucarinho, que ocupa a vice-chefia da Missão do país junto à ONU.

Em entrevista à ONU News, Cristina Pucarinho, mencionou a importância de cooperação entre os países que falam português e que se relacionam em vários blocos integrados por nações da lusofonia como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp; União Europeia, Mercosul, Sadc, Cedeao, União Africana e outros.

Internacionalização

Segundo Pucarinho, o português tem um enorme potencial de afirmação política e ao se projetar como língua internacional, o idioma também ajuda a promover as nações que falam português no mundo.

“Houve já várias conferências sobre a internacionalização da língua portuguesa e este Plano de Ação de Díli 2014 para a internacionalização da língua portuguesa, que é – eu diria – um percurso que deveria ser natural dada à globalidade desta língua. É uma língua que tem uma expressão global, de expressão geográfica portanto geograficamente em quatro continentes, uma região administrativa especial chinesa. Mas também, a expressão pelo número de falantes. E pela sua capacidade de expansão. É uma língua que tem realmente indícios de capacidade de expansão enormes. Portanto, atualmente falada por mais de 260 milhões de pessoas… Mas tem esse aspecto, a diáspora e a própria inserção geográfica de seus Estados membros, espalhada por quatro continentes, e Macau…e isso é muito interessante.”

Segundo Pucarinho, mais pode ser feito para a obtenção de dividendos como frutos da cooperação política em espaços multilaterais em toda a lusofonia.

“E julgo que há condições, com vontade e determinação políticas, que julgo que também existe, de projetar mais esta língua. E projetando mais essa língua, os Estados-membros que a têm como língua oficial também se projetam a si próprios. E a organização. Nós compreendemos aqui, por exemplo, no contexto das Nações Unidas como é importante ter uma constituency sólida, coesa, que se articula. E a Cplp também é uma organização de concertação político-diplomática. Uma vertente que eu julgo que pode ser mais explorada e melhor, no futuro, neste contexto multilateral mas também em outros contextos.”

Guiné-Equatorial e Macau

O português é atualmente língua oficial em seis países africanos. O mais recente do grupo é a Guiné-Equatorial que fala espanhol e adotou o português como um idioma oficial. Em  2014, a Guiné-Equatorial passou a ser membro da Cplp. Além de Brasil, Portugal e Timor-Leste, o português também é falado por parte da população de Macau, na China, e tem pelo menos 7 milhões de locutores nas chamadas diásporas, ou seja, em países não-lusófonos como África do Sul, Bélgica, Estados Unidos, França e outros.

Os dados sobre falantes nas diásporas são do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, llP, com sede em Cabo Verde.

Fonte:  ONU News em Nova Iorque.

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

O ensino do Português em África

PortuguesemAfricaNo programa Língua de Todos (sexta-feira, dia 4 de agosto, às 13h15*, RDP África, com repetição no sábado, dia 5 de agosto), dá-se destaque ao ensino do Português Língua não Materna em contexto africano. Em análise estão os meios institucionais diversos de cada um dos países de língua oficial portuguesa e seus contributos para que a fala comum adquira contornos particulares, adaptadas às realidades e aos públicos respetivos. Nesta emissão, a investigadora e filóloga Maria Helena Ança contextualiza as variações próprias dos lugares onde é falada, características que se foram desenhando, ao longo dos séculos, por encontros e cruzamentos com outras línguas.

Confira os temas dos dos programas da presente semana produzidos pelo Ciberdúvidas para a rádio pública portuguesa, clique aqui

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

“VI EMEP – Encontro Mundial sobre o ensino de Português”

customLogo (1).pngCom o objetivo de reunir professores, tradutores e pesquisadores da língua portuguesa de herança e materna, desde o ensino pré-escolar, até o nível universitário a American Organization Of Teachers of Portugueses (AOTP) e a FOCUS BRASIL USA promovem o “VI EMEP – Encontro Mundial sobre o ensino de Português”, nessa sexta e sábado, dias 4 e 5 de agosto, na sede da Florida International University, situada em Miami (Flórida).

 O evento contará com  palestras especializadas, mesas redondas e oficinas de trabalho sobre novas e inovadoras estratégias de ensino e aprendizagem de português.

As comunicações apresentadas no VI EMEP serão publicadas em livro. Saiba mais , clique aqui

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Ana Paula Laborinho: “As línguas são formas de afirmação de poder”

ana-paula-laborinhoA afirmação do português como língua de ciência e de trabalho nas organizações internacionais e o universo potencial da intercompreensão entre as línguas espanhola e portuguesa foram os desafios levantados por Ana Paula Laborinho, na passada sexta-feira, no decorrer da sessão “O Português no Mundo”. “As línguas são formas de afirmação de poder, são formas também de se afirmar do ponto de vista dos negócios e por isso mesmo podemos dizer que as línguas seguem a rota dos negócios” disse a presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua durante aquele que foi o último dia do XII Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas.

No contexto mundial, o idioma de Camões compõe atualmente um universo de 261 milhões de falantes e é a língua mais falada no hemisfério Sul, a terceira nos negócios mundiais do petróleo e do gás e a quinta mais falada na Internet. Apesar destes indicadores e da “verdadeira política de língua” encetada pela República Popular da China, Ana Paula Laborinho, umas das responsáveis pela implementação do Instituto Português do Oriente em Macau, entende que “há dificuldades e há desafios”.

“Uma língua não será também uma grande língua internacional se não se afirmar do ponto de vista da ciência e da inovação” considerou a presidente do Camões. De forma a que a língua portuguesa conquiste esta posição, a também professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa entende ser necessário estabelecer bases de dados científicos e preparar terminologias científicas em português. “É preciso que as questões da linguagem natural e da automatização passem também a ser trabalhadas em português” rematou.

Uma das potencialidades apontadas pela presidente do Camões passa pelo aproveitamento da proximidade entre as línguas portuguesa e espanhola e a sua intercompreensão. “Forma-se uma comunidade de 700 milhões de falantes que se podem compreender também do ponto de vista dos negócios, da ciência, da inovação” disse a académica que apontou o “potencial muito grande” que daqui pode ser retirado.

Com a eleição de António Guterres como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a académica considera que se criou uma “maior expectativa” quanto à língua portuguesa vir a tornar-se língua oficial do organismo. Contudo, Ana Paula Laborinho lembrou que o português “já é língua de trabalho em algumas agências da ONU, incluindo a UNESCO[Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura]”.

A PAISAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA EM TIMOR-LESTE E NA CHINA

O panorama do português no mundo foi também traçado por Benvida da Rosa Lemos Oliveira e Eugénia de Jesus das Neves da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e. As académicas timorenses retrataram a realidade linguística do seu país e apresentaram as políticas governamentais de reforço linguístico a par com a história da língua portuguesa em Timor-Leste.

Um elemento que surpreendeu as professoras foi a predominância da língua portuguesa na paisagem de Macau, por oposição ao que ocorre em Timor-Leste onde se assiste a uma preponderância do indonésio, inglês e até chinês. Tais fatos apresentam-se contraditórios para as docentes devido a entrada do português no seu país ser superior ao que já se fez em Macau em termos de promoção do idioma.

Por seu turno, Carlos Ascenso André, coordenador do Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa do Instituto Politécnico de Macau, traçou o panorama do ensino do português na China com as suas conquistas, desafios e exigências. Ao reduzido número de professores alia-se o isolamento relativo das universidades e a ausência de meios e materiais. O académico entende ser necessário um apoio continuado na formação, produção de materiais destinados a docentes chineses, um maior diálogo entre as instituições e mais parcerias. “Numa palavra: apoio global, sistemático e regular” concluiu.

Fonte: Ponto Final

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Exposição interativa em caminhão celebra a Língua Portuguesa

TruckvanUma das atrações da 15ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip),  encerrada ontem (30),  poderá ser conhecida posteriormente pela população de outros estados brasileiros.

Depois da Flip, a exposição interativa Energia da Língua Portuguesa, montada em um caminhão, percorrerá todas as regiões do Brasil nos próximos dois anos. A mostra é uma ação em apoio à recuperação do Museu da Língua Portuguesa, com sede em São Paulo, que teve seu acervo destruído após um incêndio em 2015. O local só será reaberto ao público em 2019.

Continuar a ler

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Relatório das Nações Unidas mostra sugestões elaboradas por 17 líderes de agências da ONU e organizações internacionais sobre como as tecnologias de informação e comunicação (TIC) podem ajudá-los a alcançar os 17 Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda de 2030 para Desenvolvimento Sustentável.

Arte: União Internacional de Telecomunicações – UIT

Como contribuição para o Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizado em Nova York entre 10 a 19 de julho, a ONU lançou oficialmente nesse mês de julho o relatório “Progresso acelerado: aproveitando a tecnologia para alcançar os objetivos globais” – em inglês, “Fast-Forward Progress: Leaveraging Tech to Achieve the Global Goals”.

O relatório foi lançado pela ONU em um evento em Genebra paralelo ao Fórum. Ele mostra sugestões elaboradas por 17 líderes de agências da ONU e organizações internacionais sobre como as tecnologias de informação e comunicação (TIC) podem ajudá-los a alcançar os 17 Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda de 2030 para Desenvolvimento Sustentável.

As cinco lições são as seguintes:

1. Não deixar ninguém ‘offline’

Atualmente, 3,9 bilhões de pessoas não têm acesso aos recursos disponíveis na internet, como notícias, educação e serviços bancários.

Uma promessa central da Agenda 2030 é não deixar ninguém para trás. Uma das formas de alcançar esse objetivo é trazendo o poder das tecnologias de comunicação e informação a todas as nações, pessoas e comunidades.

Outro foco estabelecido é a igualdade de gênero. Hoje, os homens continuam tendo um maior acesso do a telefones celulares e à internet que as mulheres em todas as regiões do mundo.

2. TICs como aceleradoras de inovação e mudança

Uma série de contribuintes para o relatório cita o impacto do ‘big data’, redes de sensores, robôs autônomos, aprendizado de máquinas e inteligência artificial.

Esses são exemplos da revolução tecnológica que é uma aceleradora para inovação e mudança. Com as tecnologias de informação e comunicação, há melhorias nas capacidades de reunir, analisar, gerenciar e trocar informações em diversas áreas, como agricultura e saúde.

O ‘big data’ possui enorme potencial para o benefício público.

3. Colocar as pessoas em primeiro lugar

De acordo com os líderes humanitários que participaram do relatório, a necessidade de colocar as pessoas em primeiro lugar é a preocupação principal. No ano passado, em média, 20 pessoas foram expulsas de suas casas a cada minuto – ou uma pessoa expulsa a cada três segundos.

O cenário de guerra, violência e perseguição é um dos motivos para isso. O acesso à internet e ao telefone celular permite que essas pessoas tenham oportunidade de encontrar emprego e ter um salário ou se reunir com familiares e amigos.

4. Não há espaço para complacência

A inovação tecnológica está transformando todos os aspectos de como vivemos. Exemplos disso são os sistemas ciber-físicos que permitem, em tempo real e a grandes distâncias, produtos customizados e produção industrial, ou ainda o comércio eletrônico reduzindo custos, enquanto aumenta acesso ao mercado, traz benefícios ao consumidor e oferece novas oportunidades de emprego e treinamento.

No entanto, o relatório atenta para importância de ser vigilante, e não complacente, em relação às formas de fomentar as TICs. Sugere que ações complementares sejam incrementadas para aumentar a segurança, a confiança e acesso a mais oportunidades e benefícios.

Se o acesso a serviços proporcionados pelas TICs for restrito a grupos privilegiados, as desigualdades podem aumentar e prejudicar ainda mais a desvantagem de acesso a empregos bem remunerados.

5. Criar parcerias inovadoras

Uma das principais lições do relatório é que fortes parcerias são cruciais para que os ODS sejam alcançados. Para isso, o relatório enfatiza a responsabilidade da comunidade internacional de promover uma colaboração mais efetiva, evitando divisões entre os que se beneficiam das mudanças tecnológicas e aqueles que são deixados para trás.

Destaca-se ainda o papel crítico do setor privado através de novos modelos de investimento e da colaboração para acelerar o progresso para a realização dos ODS.

Acesse o relatório na íntegra clicando aqui.

Fonte: Nações Unidas
Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Ensino complementar de português em Esch com mais alunos do que no ano passado

download (2)O ensino complementar de português em Esch-sur-Alzette, solução que resulta de um acordo entre Portugal e o Grão-Ducado, contará no próximo ano letivo com mais alunos do que os do ano passado, disse esta segunda-feira o coordenador do ensino de português no Luxemburgo, Joaquim Prazeres.

 Joaquim Prazeres, que participou ontem, em Lisboa, no segundo encontro de professores do ensino português no estrangeiro, dedicado ao tema “Aprender e ensinar português em contexto multilingue”. “Para já, estão inscritos 540 alunos para o próximo ano letivo, que arranca a 15 de setembro, quando no ano passado eram cerca de 530”, informou o coordenador de ensino.Joaquim Prazeres espera que, até lá, o número de inscrições ainda suba. Continuar a ler

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

“Nossa Língua”

Rede-Brasil-Cultural-1 (1)Rede Brasil Cultural , instrumento do Ministério das Relações Exteriores Brasileiro para a promoção da língua portuguesa no exterior, divulgou a  32ª edição do “Nossa Língua”, informativo que tem por objetivo divulgar os trabalhos realizados nos Centros Culturais, Núcleos de Estudo e Leitores em todo o mundo.

Acesse a  32ª edição do informativo “Nossa Língua” , clique aqui

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Universidade de São José recebe estatuto de observador consultivo da CPLP

1-usjA Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) atribuiu à Universidade de São José (USJ) o estatuto de observador consultivo durante a última reunião ordinária do Conselho de Ministros da organização, que decorreu em Brasília no último dia 20 de julho de 2017.

Para além de constituir um reconhecimento, o novo estatuto traz também à Universidade de São José novos desafios que se irão traduzir num maior investimento no português e numa maior promoção da língua e da cultura portuguesas. À instituição podem ser pedidos “pareceres em relação a eventuais bolsas de estudo que a CPLP pretenda atribuir e a prémios que a CPLP institua.” Mas de que forma é que a Universidade de São José tenciona dar resposta aos novos desafios? “Na prática fazendo todos os possíveis para responder a esses desafios [e] nós, da nossa parte, faremos sempre o possível para dar maior importância à divulgação da língua e da cultura da língua portuguesa”, garantiu Maria Antónia Espadinha, vice-reitora da Universidade.

À emissora em língua portuguesa da Rádio Macau, Peter Stilwell, reitor da Universidade de São José, explicou que a iniciativa de candidatar a instituição partiu do Governo de Portugal: “[O pedido] tem de ser submetido sempre por um Governo da CPLP. No nosso caso, foi o Governo português que se mostrou interessado em apresentá-lo”, indicou o responsável.

“Significa que, em princípio, podemos beneficiar de contactos ao nível académico entre universidades que também fazem parte da rede de observadores consultivos. A nível de bibliotecas, vai ser possível partilhar publicações e revistas”, elencou Peter Stilwell, citado pela TDM – Rádio Macau.

O estatuto de observador foi criado em 1998 no decorrer da segunda Conferência de Chefes de Estado e de Governo. Em 2005, no Conselho de Ministros da CPLP, foram estabelecidas as categorias de observador associado e de observador consultivo.

Fonte colaborativa: Ponto Final
Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário