Museu da língua portuguesa reabre em 2018

museuO Museu da Língua Portuguesa, fustigado por um incêndio em dezembro passado, deverá ser reaberto em 2018. O projeto de reconstrução teve início nesta semana e parte dos recursos necessários para a obra e compra de novos equipamentos virá de contribuições de empresas portuguesas no Brasil.
A Fundação Roberto Marinho irá coordenar a captação. O seguro de R$ 42 milhões, cobrirá dois terços do necessário para o museu voltar a funcionar. O grupo de empresas contribuirá com os mais de R$ 20 milhões que ultrapassam a cobertura do seguro.

“Vai ser um museu do futuro, voltado para o digital. Várias empresas portuguesas no Brasil vão contribuir”, afirmou Marcelo Rebelo de Souza, presidente de Portugal, que esteve no Brasil para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos.

O Governante português acenou também com a possibilidade de o Dia de Portugal se celebrar no Brasil a 10 de Junho de 2018, coincidindo com a reabertura do Museu da Língua Portuguesa na cidade.

Inaugurado há 115 anos, o prédio da Estação da Luz foi porta de entrada de São Paulo. O Museu da Língua Portuguesa foi inaugurado em 2006.

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Evento no IILP aproxima CPLP e sociedade civil

20160804_181120.jpgPara a Diretora-Geral da CPLP,  Georgina de Mello   é preciso que haja mais aproximação entre a organização e a sociedade civil que precisa sentir que faz parte da comunidade.

A diretora-geral defendeu essa ideia em declarações à Inforpress na Cidade da Praia, durante um encontro organizado pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) para celebrar o 20º aniversário da CPLP, intitulado “CPLP: 20 anos de história e na história. Refletindo Sobre a Organização”.

“Tem sido um processo de construção conjunto, temos hoje mais CPLP do que tínhamos, uma organização mais próxima da sociedade, mas que ainda não atingiu aquele potencial que pode desenvolver em termos da aproximação a sociedade civil e uma aproximação ao cidadão para que o mesmo sinta que a CPLP faz parte da sua vida”, afirmou.

Para Georgina de Mello, é preciso continuar a trabalhar os vários elementos, não só os governos que têm sido “essenciais” nesta primeira fase dos 20 anos iniciais, mas também as organizações da sociedade civil, o mundo empresarial, as universidades, as academias, as ONG, entre outros.

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“Todos têm que fazer parte desta construção para que a comunidade seja realmente uma comunidade que não é só de governos, mas que uma coisa de cada um de nós”, frisou, sustentando que para que isso aconteça, são necessárias iniciativas que “estreitem essa relação entre a parte estatal e a parte sociedade civil”.

Na sua opinião, o evento realizado pelo IILP é um exemplo desta construção, porque visa refletir em conjunto, divulgar e fazer um exercício de analisar o quê se  fez e o quê se pode fazer, numa perspectiva de “mobilizar mais gente e mais organizações para que mais seja feito neste processo de construção”.

Em relação a Cabo Verde, a responsável sublinhou que tem sido um membro “muito ativo” da CPLP, não só ao nível de Governo, mas ao nível, também, de várias organizações da sociedade civil.

Para além da diretora-geral da CPLP, Georgina de Mello, o evento contou com as participações da diretora executiva do IILP, Marisa Mendonça, e do ex-ministro de Relações Exteriores de Cabo Verde, Jorge Tolentino, assim como dos embaixadores do Brasil, de Angola, de Portugal e outros convidados.

Fonte colaborativa: Expresso das Ilhas

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Índia quer escolas de Goa a ensinar em português

Rua na Cidade de Panjim, Goa - Foto de magalhaes

Rua na Cidade de Panjim, Goa – Foto de magalhaes

A notícia está a ser avançada pelo jornal Indian Express. O líder do partido da oposição indiana, Pratapsinh Rane, exige que as escolas de Goa não ignorem a importância da língua portuguesa, sugerindo que o português seja a segunda língua de ensino daquele estado indiano.

A língua é um problema indiano: em mais de 28 Estados, que albergam mais de mil milhões de pessoas, há cerca de 400 idiomas e dialectos. Os dois únicos idiomas oficiais, reconhecidos pela administração federal, são o Híndi e o Inglês. O português, apesar de não ser uma língua oficial naquele país, é falado por cerca de cinco milhões de pessoas, designadamente habitantes de Goa, Damão, Diu e em algumas cidades de Guzerate.

Agora, o líder do partido da oposição, Pratapsinh Rane, exige que as escolas de Goa não ignorem a importância da língua portuguesa naquele estado indiano, tornando-a na segunda língua de ensino.

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“História sociopolítica da língua portuguesa”

livro faraco

Foi lançado recentemente o livro do Prof. Carlos Alberto Faraco, Coordenador-geral da CN-IILP do Brasil, “HISTORIA SOCIOPOLITICA DA LINGUA PORTUGUESA”.

Conforme definida pelo professor Marcos Bagno*, no Caderno de Estudos Línguisticos, “a obra de Faraco se divide em duas grandes partes, que o autor chama de “capítulos”, mais uma conclusão. O primeiro capítulo o autor percorre a história da entidade sociocultural que virá a ser designada como língua portuguesa ou português, desde o final do século I a.C. – quando os romanos conquistam definitivamente o extremo noroeste da Península Ibérica, que passarão a chamar de Galécia Magna – até os dias de hoje.

O segundo capítulo, “Rumo à lusofonia”, empreende, de início, uma reconstituição de um discurso mítico e mistificador (e muitas vezes, nas palavras do autor, “delirante”) acerca de um suposto papel redentor e universal que a língua portuguesa estaria destinada a cumprir no mundo.

A obra demonstra um aproveitamento frutífero de diversas fontes documentais, apresenta argumentos coerentes, construídos sempre a partir de dados históricos e investigações empíricas, é escrita num estilo objetivo, elegante sem afetações, de leitura acessível a não iniciados no tema, e favorece uma reflexão serena porém crítica das diversas tradições discursivas que têm sido gestadas e geridas em torno da língua portuguesa e de sua história. Contribui, primordialmente, para que se interprete essa história de um modo realista, sem arroubos nacionalistas nem saudosismos de glórias passadas. É leitura sem dúvida proveitosa não só para linguistas mas também para historiadores, antropólogos, sociólogos e todas as pessoas interessadas em conhecer mais e melhor este elemento importantíssimo na formação da sociedade brasileira que é a língua hoje majoritária da população”, finaliza o professor Bagno.

*Professor da Universidade de Brasília, colaborador do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense na área de política linguística.

 

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IILP promove evento para celebrar 20 º aniversário da CPLP

 

Cartaz 20 anos CPLP A3 sem logo

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Unilab abre 640 vagas para estudantes estrangeiros

DESTAQUE SELEÇÃO ESTRANGEIROS 2014A Unilab lançou, nesta segunda-feira (1º), edital com 640 vagas para estudantes de cinco países – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. As inscrições ocorrem de 19 a 26 deste mês.

As vagas se dividem entre ingresso em 2016.2, fevereiro de 2017, e ingresso em 2017.1, agosto de 2017. Os cursos são, na Bahia, Humanidades e Letras/Língua Portuguesa, e no Ceará, Administração Pública, Agronomia, Ciências Biológicas, Enfermagem, Engenharia de Energias, Física, Humanidades, Letras/Língua Portuguesa, Matemática e Química (Ceará).

Veja o edital

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Colóquio VI: Aspectos da Lusofonia Macau e a Língua Portuguesa na China

A Universidade de Heidelberg na Alemanha dedicou em junho uma conferência completa a Macau e à Língua Portuguesa na China. A conferência insere-se no Colóquio anual “Aspectos da Lusofonia”, lançado em 2011 pelo Departamento de Português no Instituto de Tradução e Interpretação (IÜD) de Heidelberg em parceria com o Instituto Camões. Trata-se de um evento que junta anualmente especialistas de diferentes países lusófonos e lusitanistas de língua alemã com o propósito de focar e discutir aspectos à volta da Lusofonia e analisar cenários em que a Língua Portuguesa desempenha um papel de relevo.

 

docentes

As docentes e o Diretor do Departamento de Português do Instituto de Tradução e Interpretação na Universidade de Heidelberg. Da esquerda para a direita: Anne Doskotz, Kerstin Kock, Rosa Rodrigues, Thomas Sträter, Filomena Sousa Alberti, Claudia Feuro-Hintze

No Colóquio de 2016 sobre Macau, realizado no dia 22 de junho, estiveram presentes, como professoras que ensinam e investigam o Português na China e em Macau, a Doutora Maria José Grosso da Universidade de Macau, que proferiu uma comunicação sobre o Português na paisagem linguística de Macau, e a Doutora Maria Poço Lopes do Instituto Politécnico de Macau com uma intervenção sobre os factos e desafios do ensino de Português na China. A antropóloga Doutora Marisa Gaspar, investigadora integrada no Instituto do Oriente da Universidade de Lisboa, apresentou a comunidade macaense e a sua reinvenção cultural depois da transição de Macau para a China. Entre os oradores estiveram também o prestigiado investigador da história da cultura de Macau, Professor Doutor Roderich Ptak da Universidade de Munique, a ex-aluna Mestre Jannika Otte, cuja tese de mestrado teve como tema a Identidade de Macau, e Dorothea Slevogt do Instituto de Estudos Asiáticos de Heidelberg, que – de perspetiva inversa – dedicou a sua intervenção à didática do ensino de chinês.

O Colóquio atraiu mais de 50 participantes e evidenciou claramente a situação dinâmica da Língua Portuguesa na China, que é o país onde mais se aprende Português hoje em dia. O número de instituições universitárias chinesas a ensinar Português tem vindo a aumentar significativamente devido a uma procura crescente da parte de jovens chineses e à importância das relações comerciais que a China tem vindo a desenvolver com o Brasil e Angola. Neste cenário, Macau desempenha um papel especial e funciona como centro ou plataforma para o ensino do português na China e na Ásia em geral.

Foi precisamente este cenário que o Departamento de Português da Universidade de Heidelberg quis transmitir através deste último Colóquio. A ideia de focar Macau foi lançada em 2014 por Rosa Rodrigues, docente do Instituto Camões em Heidelberg, que afirma ter sido difícil convencer os decisores do Instituto da pertinência do tema apresentado. “Acharam-no exótico demais e pouco relevante para os Estudos de Tradução e Interpretação”. Mas a hesitação inicial acabou por se dissolver. No fim, todos perceberam que Macau e a China são, de facto, um espaço significativo para a língua portuguesa.

A conferência, financiada pela Universidade de Heidelberg e pelo Instituto Camões, teve igualmente o apoio do Instituto Politécnico de Macau, da Fundação Oriente de Lisboa e da Fundação Robert E. Schmidt, que tem como missão promover atividades relacionadas com as línguas românicas. O evento também foi apoiado pelo Instituto Confúcio, que possibilitou, na sequência, um curso de língua chinesa. Muitos dos participantes aproveitaram a possibilidade, experimentando assim a dificuldade em aprender um idioma completamente diferente, tal como acontece com os chineses quando aprendem português.

Fonte: Camões Portugal – Instituto da Cooperação e da Língua
Universität Heidelberg

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Inscrições abertas até o dia 18 de agosto

celpe-brasO Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras) é um título oficial concedido pelo Ministério da Educação do Brasil desde 1998, e reconhecido internacionalmente por empresas e Instituições de ensino como certificado de proficiência em Língua Portuguesa.

A prova é aplicada por Universidades no Brasil e instituições de educação espalhadas em todos os continentes.

As inscrições estão abertas até o dia 18 de agosto para a segunda edição do exame em 2016. Os exames serão realizados de 18 a 20 de outubro, dividido em duas etapas: escrita e entrevista individual.

Os resultados do exame CELPE-Bras serão divulgados no “Diário Oficial da União” (DOU- Brasil), e no Portal do  Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira- INEP,  aproximadamente no mês de dezembro.

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Língua portuguesa está mais rica com mais de 840 novas palavras

ABCDEA Priberam acaba de anunciar que o seu Dicionário de Língua Portuguesa foi enriquecido com um total de 842 novos verbetes só durante o primeiro semestre de 2016, período durante o qual foram ainda alterados um total de 4.328 verbetes.

O anúncio foi feito em Lisboa, durante as recentes «Jornadas dos Dicionários», numa apresentação dos linguistas da Priberam Helena Figueira, Pedro Mendes e Cláudia Pinto, que revelaram que o dicionário integrava a 30 de Junho de 2016 um total de 115.821 verbetes, o que o torna numa das mais completas e atualizadas referências da língua portuguesa.

Helena Figueira explicou que uma das vantagens do Dicionário Priberam de Língua Portuguesa (DPLP) é a capacidade de rápida adaptação e acompanhamento da evolução da língua. Muitos dos novos vocábulos surgem na sequência de sugestões diretas, mas também da análise que a Priberam faz de pesquisas dos utilizadores, de corpora de notícias, websites e blogues.

«Muitas das pesquisas inválidas são feitas com a grafia errada – afinal, é também para saber como se escreve determinada palavra que as pessoas procuram um dicionário!», diz Helena Figueira, «mas quando detetamos que há muitas pesquisas de utilizadores que tentam encontrar o significado de uma palavra bem formada que não está no dicionário, é sinal de que esse vocábulo merece provavelmente um novo verbete».

E a linguista da Priberam dá exemplo de novas palavras recentemente adicionadas ao DPLP e que surgiram na sequência de sugestões directas ou indirectas dos leitores: bolembreano, sexagem, omnibenevolente, tardogótico, normotenaz, diligenciamento, ecomuseu, microzona, íctico ou fónio.

A tecnologia por detrás do DPLP remonta ao trabalho realizado pela Priberam desde 1995 mas a génese do dicionário online tal como hoje o conhecemos surgiu em 2008, quando a empresa licenciou o conteúdo do Novo Dicionário Lello da Língua Portuguesa com o objectivo de criar uma plataforma lexicográfica.

Apesar de estar sempre a evoluir, à data de 30 de Junho de 2016, estas eram as principais estatísticas do DPLP:
115.821 verbetes;
5.163 desdobramentos com alterações ortográficas;
1.599 subverbetes;
7.037 locuções;
217.379 definições;
51.666 sinónimos;
4.180 antónimos;
10.031 aceções com exemplos

O DPLP inclui ainda as variantes gráficas da norma brasileira bem como a grafia antes e depois do Acordo Ortográfico.

Mais informações em http://dicionario.priberam.pt

Fonte: Diário Digital

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Candidaturas até domingo (31)

PFMPATENÇÃO! Não perca o prazo, candidaturas ao Prémio Fernão Mendes Pinto encerram já neste domingo, dia 31 de Julho. Saiba mais clique aqui

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