CONCURSO IILP – ITAMARATY DE ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE A LÍNGUA PORTUGUESA

Estão abertas, de 05 de outubro de 2020 a 31 de janeiro de 2021, as inscrições para o Concurso IILP-Itamaraty de Artigos Científicos sobre a Língua Portuguesa, iniciativa financiada com base na contribuição extraordinária concedida pelo Brasil. O concurso, que oferecerá prêmios em dinheiro aos autores dos melhores artigos, inclui duas categorias, Graduação/Licenciatura e Pós-graduação.

Para requisitos de submissão de trabalhos e mais informações, confira abaixo o regulamento completo e os respetivos anexos.

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MACAU COMEMORA 60 ANOS DE ENSINO UNIVERSITÁRIO DE PORTUGUÊS NA CHINA

Ensino universitário de português começou em 1960, em Pequim, e actualmente é leccionado em 50 instituições. 

Macau comemora 60 anos de ensino universitário de português na China

OCentro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa (CPCLP) do Instituto Politécnico de Macau (IPM) está a comemorar 60 anos de ensino universitário de português na China e como tal organiza entre hoje e 3 de dezembro o congresso “Português na China: seis décadas no Ensino Superior”, uma série de quatro mesas-redondas sobre temas “de reconhecida relevância para o universo da difusão da lusofonia em território chinês”, segundo o comunicado do IPM enviado à Agência Lusa. 

O ensino universitário de português na China começou em 1960, em Pequim, e seis décadas depois está “de boa saúde”, sendo ensinado em 50 instituições, disse à Lusa o responsável pelo congresso organizado para assinalar a efeméride.

Este ano, e devido à pandemia provocada pela Covid-19, o congresso realiza-se de forma virtual, com 12 oradores de instituições de ensino superior da China, Portugal, Estados Unidos e Brasil, arranca hoje às 11:30 de Lisboa (19:30 em Macau), com uma mesa-redonda sobre intercâmbios universitários, tendo mais três conferências agendadas.

No dia 26 de novembro, o painel vai discutir o tópico “A voz do tradutor: diálogos português-chinês”, seguindo-se, no dia 30, uma mesa-redonda sobre os materiais didácticos de português na China.

As conferências encerram no dia 03 de dezembro, com uma discussão sobre “Português na Universidade Chinesa: Rumos e desafios”.

Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa do IPM
Créditos da foto: MacauHoje

Para o professor Zhang Yunfeng, coordenador do CPCLP, o interesse pelo português não só não diminuiu desde a devolução de Macau à China, em 1999, como registou um crescimento “enorme” nos últimos anos. Tanto assim é que neste momento existem aproximadamente “50 instituições de ensino superior onde o português é ensinado na China”, disse à Lusa. “É enorme, e este número aumentou muito nos últimos anos”. 

“Há cada vez mais alunos, mais professores, mais manuais, e o português da China também está a atrair cada vez mais a atenção do mundo”, garantiu Zhang, recordando o lançamento, no ano passado, da “primeira revista académica na área do português na Ásia, ‘Orientes de Português’”, criada pelo CPCLP, em colaboração com a Universidade do Porto.

De acordo com o professor, em 2000 havia apenas “três instituições de ensino superior” a ensinar português na China continental, apontando que “muitos cursos foram criados em anos recentes”, desde 2010.

“O português está de boa saúde e está mesmo a crescer em vez de descer, não apenas nas actividades pedagógicas, mas também nas actividades científicas”, sublinhou.

Hoje em dia, a procura de cursos de português na China “é grande”, e a razão, garantiu, é “simples”: “Há mercado”.

“Neste momento, há muitas colaborações entre a China e os países de língua portuguesa, a vários níveis: economia, comercial, educação e cultura. Por isso, muitas universidades e instituições de ensino superior na China abriram cursos de português, e os alunos também querem conhecer melhor o mundo lusófono, conhecer melhor a língua e a cultura”, afirmou.

Para estes alunos, há muitas saídas profissionais, nomeadamente “em empresas chinesas que tenham uma grande colaboração com os países de língua portuguesa”.

O Instituto Politécnico de Macau tem várias licenciaturas dedicadas ao português, tanto na área da formação de professores, como na tradução e interpretação de português-chinês.

Além disso, a instituição ministra ainda uma licenciatura sobre as relações comerciais entre a China e os países de língua portuguesa, que forma “quadros bilingues que queiram trabalhar no futuro nesta área comercial”, bem como cursos de mestrado e de doutoramento.

Para Zhang, que adoptou o nome português Gaspar, um dos desafios actuais do ensino da língua portuguesa é a diversificação dos manuais e materiais pedagógicos. “Já produzimos manuais de fonética, fonologia, léxico, vocabulário, gramática, história e literatura, mas há sempre áreas em que há lacunas”, apontou.

A formação de professores na China é outro dos desafios. “Muitos chineses que ensinam português na China são muito jovens, ainda estão a fazer mestrado e doutoramento, mas daqui a cinco ou dez anos o número de professores doutorados vai aumentar muito”, antecipou.


Fonte: Nihao Portugal

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TRAVESSIAS IMAGINÁRIAS: LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM NOVA PERSPECTIVA

Parceria entre Edições Sesc e revista Pessoa, São Paulo, Brasil, reúne ensaios sobre a ficção de língua portuguesa dos últimos vinte anos. Livro apresenta os nomes mais relevantes da crítica que se debruça sobre a produção literária do espaço lusófono.

Intitulada Travessias imaginárias: literaturas de língua portuguesa em nova perspectiva, a publicação busca promover o diálogo dentro dessa própria comunidade e contribuir para a reflexão, num sentido comparatista, mas não académico, sobre aspectos narrativos de determinado conjunto de obras, sejam experimentais ou mais afeitos à tradição, sobre tendências temáticas, imbricações estéticas e ideológicas e ainda sobre as relações de proximidade ou negação entre os escritores mais sonantes do período abordado.

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1.ª EDIÇÃO ONLINE DAS OLIMPÍADAS DA LITERATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA

Moçambique: 1.ª edição online das Olimpíadas da Literatura em Língua Portuguesa

O Camões – Centro Cultural Português em Maputo realizará, no dia 28 de novembro de 2020, a 1.ª edição online das Olimpíadas da Literatura em Língua Portuguesa, que integra o programa dedicado às celebrações do Dia do Estudante e do Dia da Universidade Africana.

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5 LIVROS DA LÍNGUA PORTUGUESA DE AUTORES AFRICANOS PARA O FIM DE SEMANA

Em artigo, Selma Caetano, curadora do prêmio Oceanos de Literatura, apresenta um panorama das literaturas africanas de língua portuguesa.

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Conhecer as literaturas africanas de língua portuguesa — no plural porque a expressão cultural de cada país é singular embora, muitas vezes, sejam tratadas na homogeneidade —, nos dá ideia da diversidade do continente. É importante lembrar que a luta pela independência dos países africanos foi também uma luta de resgate dessa diversidade. 

As políticas culturais do Brasil, de todos os tempos, minimizam a presença do negro e da África na cultura brasileira, quando esta é inseparável da construção e da dinamização de nossa própria identidade.

Lograr uma relação de 5 livros que dê conta de demonstrar essa diversidade não é fácil. Vale tentar pois é fundamental para o Brasil conhecer e se aproximar da produção literária dos países africanos que, se literariamente muito devem ao Brasil, hoje suas histórias e trajetórias presentes no literário buscam a utopia de transformar a sociedade e os homens.

Luuanda (1963), do luso-angolano Luandino Vieira — Companhia das Letras*, Brasil, 2006 (*está esgotado – é possível comprar em sebo)

A obra de Luandino Vieira foi quase toda escrita na prisão de mais de uma década, acusado de envolvimento com o Movimento Popular de Libertação de Angola – MPLA, inclusive Luuanda cuja história da primeira edição parece inverossímil. Para despistar a polícia política, o livro foi impresso na tipografia do jornal ABC, de Angola, e inscrito ao concurso literário da Sociedade Portuguesa de Escritores, do qual foi vencedor acarretando o fechamento da entidade e a prisão dos três componentes do júri. Depois disso, o livro tornou-se muito procurado e uma edição à revelia do autor foi feita por dois agentes da Polícia Internacional e de Defesa do Estado de Portugal – PIDE, e apresentada como sendo uma edição “brasileira”, de uma editora fantasma de Belo Horizonte. 

Nas três narrativas que compõem o livro, deve-se destacar a linguagem que utiliza o português falado pelo povo de Luanda e expressões do kibumdu para, com alto nível literário, construir a vida pobre dos bairros periféricos de Luanda, os musseques, e dar voz às pessoas comuns. O primeiro conto, a incômoda estória da “Vavó Xixi e seu neto Zeca Santos”, poderia ter como cenário as favelas ou periferias das cidades brasileiras onde, apesar da ausência de qualquer vislumbre de oportunidade, o povo teima em sonhar. O passar dos anos não tirou a atualidade da obra desse angolano, nascido em Portugal, por isso, dele, qualquer leitura é oportuna.

“Instruções para uso posterior ao naufrágio”, do cabo-verdiano José Luiz Tavares — Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Portugal, 2019

A relevância de José Luiz Tavares para a poesia cabo-verdiana é imensa. Trabalho de 15 anos, a editora abysmo lançou em 2019 sua tradução de 65 sonetos de Camões ao crioulo cabo-verdiano, numa edição bilíngue intitulada Ku Ki Vos/Com Que Voz.  “Nalguns passos terei traído miseravelmente o grande Camões, mas a língua cabo-verdiana terá ganho um incontornável monumento literário, fecundo solo onde amanhã poderão enraizar-se os poetas cultos e eruditos, e todos aqueles que apostam num porvir de poética resplandecência para a nossa sagrada e maltratada língua materna”, disse no lançamento da obra.  

Nascido em Tarrafal, Ilha de Santiago, Cabo Verde, José Luiz é um dos grandes nomes da moderna poesia cabo-verdiana traduzido para inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, letão, finlandês, russo, mandarim, neerlandês e galês. A editora brasileira Escrituras dele publicou Contrabando de cinzas e Lisbon Blues, que reúne dois de seus títulos (todos esgotados e disponíveis em sebo). Destaco seu último livro, Instruções para uso posterior ao naufrágio, poemas que prenunciam que o verso mente pois entre o ver e o verso há o intervalo que obscurece a realidade. “Busca nos versos a antiga morada? / Recorda-te que a vida é só pancadas, / por isso foge tu de tais maçadas, / recolhe as velas já enfumadas. (…)

Um rio preso nas mãos, da angolana Ana Paula Tavares — Kapulana, Brasil, 2019

As 38 crônicas que compõem Um rio preso nas mãos ressaltam o conhecimento da autora sobre a diversidade e a política de Angola, e os problemas não resolvidos no pós-independência. Mitologia, literatura, língua, tradição oral, política, resistência e o povo de Angola, sobretudo as mulheres, são alguns dos temas que Ana Paula visita com muita lucidez e poesia.    

“Desafiar o silêncio” reivindica o direito à escola para as mulheres — tanto do campo quanto das cidades, “Os passados mais antigos combinaram-se com os passados mais recentes para tornar a escola uma coisa de homens e mesmo para estes só para alguns”, escreve. “As minhas pedras” fala do aprendizado do esforço de existir num tempo em que “a desordem e a ausência instituiu nas nossas vidas outros sentidos que não os que rotinas mais recentes haviam criado”. “Aprender a falar a língua de Angola” fala dos contatos e das misturas a modificar a língua que “se fez luz e arte e ocupou geografias afastadas que o trabalho escravo cimentou”. Textos poéticos ao tempo dos sonhos e das lutas revolucionárias mas melancólicos no balanço final, quando, depois de tantos anos de guerras e sangue derramado, a utopia da liberdade foi corrompida por políticas e economias neocoloniais.

Autora de mais de uma dezena de livros, Ana Paula Tavares é poeta, cronista, historiadora e professora. Nasceu em Lubango, Angola, e vive em Lisboa. 

Sua Excelência, de corpo presente, do angolano Pepetela — Texto Editores, Angola, 2018; Dom Quixote, Portugal, 2018; Kapulana, Brasil, 2020

Sua excelência, de corpo presente, finalista do Oceanos 2019, é um livro singular que diz respeito à literatura   brasileira, especificamente à Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Com fina ironia, Pepetela reconstrói a história política de muitos países africanos, e do Brasil, através da voz de um defunto, um militar incompetente que, de artimanha em artimanha, chega à presidência do país.

Em seu próprio velório, o protagonista/defunto/presidente, sem nome, repassa os meandros corruptos do poder, o nepotismo familiar, as traições, o desastre que foi sua gestão pública etc etc  numa alegoria que muito faz lembrar a tragicomédia política brasileira atual.      

Pepetela nasceu em Benguela, Angola, e lutou com o MPLA nos anos 60 e 70. Depois da independência de Angola, tornou-se Vice Ministro da Educação. Tem mais  de 20 livros publicados e, entre sua obra, destaco ainda Mayombe, de 1980, sobre a luta armada da qual fez parte e o sentido da história.

Vácuos, do moçambicano Mbate Pedro — Cavalo do Mar, Cabo Verde, 2017; Cepe, Brasil, 2018

Mbate Pedro nasceu e vive em Maputo, Moçambique. Médico, poeta e editor, dedica-se também ao fomento da literatura em língua portuguesa, em especial a moçambicana e a brasileira.

Vácuos, seu quarto livro de poesia, é estruturado em 7 poemas permeados pela angústia diante da morte das coisas e dos seres, e pelo amor.    

Há / sempre no lugar do morto / um outro corpo novinho / a reluzir… / encravado numa morte antiquíssima / mais antiga que o dilúvio / e entretanto / prestes a acender uma vela / para que o rosto não se afogue / na caligrafia do medo / (haverá maior naufrágio?) 

O Prêmio Oceanos

Criado no Brasil em 2003, com o nome de Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, o Oceanos expandiu a sua abrangência e tornou-se uma das principais referências no cenário literário.  Em 2007, passou a contemplar todos os livros escritos em língua portuguesa publicados no Brasil. De 2007 a 2014, o prêmio garantiu por regulamento a seleção de 20% de livros portugueses e/ou africanos entre os semifinalistas e finalistas.

Em 2015, o Banco Itaú assumiu o patrocínio do prêmio. Com a parceria do Itaú Cultural, responsável por todo o operacional do prêmio, a curadora Selma Caetano e um conselho formado pelos estudiosos de literatura Antônio Carlos Secchin, Beatriz Resende, Benjamim Abdala Jr., Flora Sussekind, José Castello, Leyla Perrone-Moisés, Lourival Holanda e Manuel da Costa Pinto avaliaram e aperfeiçoaram o regulamento. Com a mesma estrutura democrática e a diversidade do corpo inicial de jurados, o prêmio passou a chamar-se Oceanos.

Em 2017, depois de 14 edições contemplando obras de literatura em língua portuguesa editadas no Brasil, o Oceanos abriu as suas inscrições para livros escritos em língua portuguesa publicados em qualquer lugar do mundo. Tornou-se, assim, um prêmio transnacional em sua estrutura e em sua dinâmica de avaliação, com júris compostos por especialistas de países do continente africano, Brasil e Portugal.

Em 2019, o Oceanos firmou apoio institucional com a CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e parceria com o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde. O Oceanos tem como objetivo seguir com os avanços conquistados até então, possibilitando, futuramente, a participação de pelo menos um curador natural de cada um dos nove países da CPLP.

Selma Caetano é gestora cultural, curadora do Prêmio Oceanos e presidente do conselho deliberativo da Associação Oceanos Expressivos da Língua Portuguesa


Fonte: Exame

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IILP REALIZA A IV REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO CIENTÍFICO

O Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) realizou, por modo virtual, através da plataforma do Zoom, a IV Reunião Extraordinária do seu Conselho Científico, que decorreu de 18 a 20 de novembro.

Na pauta da referida reunião constaram a apresentação, discussão e aprovação da proposta de Plano de Atividades para o ano 2021, bem como, a análise do ponto de situação de vários projetos em desenvolvimento.

Em agenda, estavam também as apresentações das duas bolseiras do projeto Bolsa de Cientista Convidado do IILP 2019-2020, Prof.ª Doutora Amália Lopes, de nacionalidade cabo-verdiana, cujo título era “A política linguística na CPLP: Situação atual e perspetivas.” A bolseira Tanara Kuhn, brasileira, apresentou o projeto intitulado “Terminologias Científicas e Técnicas Comuns da Língua Portuguesa (TCTC) – Ponto de situação e perspetivas de futuro.”

Aceda a outros assuntos pertinentes que foram tratados nesta Reunião Extraordinária no Comunicado Final.

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ONU COMPROMETE-SE COM CPLP A DISPONIBILIZAR MATERIAIS EM PORTUGUÊS

A ministra da Educação de Cabo Verde, país que atualmente preside à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse que a ONU se comprometeu hoje a disponibilizar materiais pedagógicos em português para serem usados pelos Estados-membros da organização.

ONU compromete-se com CPLP a disponibilizar materiais em português

Pela primeira vez nós [Estados-membros da CPLP] vamos ter acesso a materiais pedagógicos das Nações Unidas”, até aqui traduzidos para línguas internacionais, como o inglês, francês e árabe, mas que agora estão a ser produzidos também para português, afirmou Maritza Rosabal, em entrevista à Lusa.

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CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS NA REVISTA ÉTUDES ROMANES DE BRNO

“Léxico português no século XXI: alterações, tendências, perspetivas”
Perguntar o que quer e o que pode esta língua é como perguntar o que querem e podem aqueles que a falam.
A língua, como todos nós, quer palpitar, crescer, tornar-se flexível e colorida, expandir-se, enfim, viver.
Maria Helena Mira Mateus (A mudança da língua no tempo e no espaço, 2005).

A revista Ètudes Romanes de Brno informa que está a organizar a publicação de um número temático na referida revista (indexada em WoS (ESCI), Scopus, EBSCO, Dialnet, ERIH PLUS) a ser dedicado aos estudos lexicais. É importante destacar que com esta publicação se pretende apresentar e analisar as últimas tendências na evolução do léxico português. O objetivo principal é o de observar como as mudanças socioculturais durante os últimos anos têm provocado diferentes alterações lexicais.

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SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE: PROJETO DA UNIÃO EUROPEIA PROCULTURA PALOP-TL PROMOVE CURSO DE LITERATURA INFANTOJUVENIL PARA PROFESSORES

No âmbito do projeto da União Europeia PROCULTURA PALOP-TL, iniciou-se no dia 9 de novembro de 2020, o Curso de Pedagogia e Didática da Literatura Infantojuvenil, destinado a professores e futuros professores do ensino básico.

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1º EDIÇÃO ONLINE DAS OLIMPÍADAS DA LITERATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA

O Camões – Centro Cultural Português em Maputo realizará, no dia 28 de novembro de 2020, a 1.ª edição online das Olimpíadas da Literatura em Língua Portuguesa, que integra o programa dedicado às celebrações do Dia do Estudante e do Dia da Universidade Africana.

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AS LITERATURAS EM LÍNGUA PORTUGUESA


Como explica o seu prefaciador, Carlos Ascenso André, esta obra responde ao desafio que o Instituto Politécnico de Macau lançou ao autor no sentido (ambicioso) de dar continuidade à História da Literatura Portuguesa de  António José Saraiva e Óscar Lopes.

O resultado é um livro extenso, espraiado, de escrita por vezes torrencial e compacta, com o objetivo de cobrir uma matéria gigantesca: as literaturas em língua portuguesa.

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CONHECER O IDIOMA PORTUGUÊS EM SUA ESCRITA CULTA É IMPORTANTE PARA AUMENTAR A EMPREGABILIDADE NESSE MOMENTO DE POUCAS OFERTAS DE EMPREGO

Falar e escrever bem o idioma é fundamental para qualquer pessoa, é o básico da comunicação. Mas o português, assim como suas irmãs latinas, é uma língua complexa, cheia de detalhes e regras que tornam seu domínio algo muito difícil.

O Brasil, que vive já há alguns anos em crises tanto políticas como econômicas, foi duramente atingido pelas consequências da pandemia da Covid-19. O Real, por exemplo, está entre as moedas que mais perderam valor frente ao dólar em 2020. Além disso, a crise acabou influenciando no aumento do número de desempregados, que, segundo dados atualizados do IBGE, já seriam 13,8 milhões de brasileiros.

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LÍNGUA PORTUGUESA: DISCURSOS DIRETO, INDIRETO E INDIRETO LIVRE

Como distinguir discurso direto, indireto e indireto livre | Guia do  Estudante

Na Língua Portuguesa as formas textuais variam de acordo com a intenção do autor e do modo como ele deseja apresentar suas ideias através da fala dos personagens. A isso chamamos de discurso. Um discurso é qualquer construção textual, seja oral ou escrita. Existem pelo menos 3 tipos conhecidos de discordo que são usados num texto narrativo: o discurso direto, o discurso indireto e o discurso indireto livre.

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CONGRESSO VIRTUAL REUNIU QUATRO DEZENAS DE PROFESSORES DE PORTUGUÊS

Quarenta docentes participaram hoje no 3.º Congresso e 7.º Encontro de Professores de Língua Portuguesa da Venezuela, uma iniciativa anual de coordenação local do Camões, Instituto de Cooperação e da Língua, que pela primeira vez foi virtual.

“Este ano contámos com um grupo bastante interessante de especialistas que deram recomendações aos professores sobre como trabalhar diferentes áreas da língua, usando as ferramentas da internet e diversas plataformas”, explicou o coordenador do ensino à Agência Lusa.

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NORMA CULTA, O QUE É? CONCEITO, CARACTERÍSTICAS E VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS

A norma culta da língua portuguesa é considerada a principal variação, já que é a que mais se aproxima da norma padrão, ou seja, da gramática. Essa matéria Norma culta, o que é? Conceito, características e variações linguísticas foi criada pelo site Conhecimento Científico.

Norma culta: o que é? Como se relaciona com as variações linguísticas?

A norma culta é a praticada em um meio social considerado culto. É a que mais se aproxima da norma padrão, ou seja, da gramática.

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ESPECIALISTAS DISCUTEM EDUCAÇÃO NOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) promove, entre os dias 9 e 14 deste mês, sempre às 11 horas, o seminário A Língua Portuguesa na Educação, na Literatura e na Comunicação. Com apoio da Editora da USP (Edusp), o evento é gratuito e será transmitido pelo canal do Centro de Pesquisa e Formação (CPF) do Sesc no Youtube.

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FLIARAXÁ LANÇA MANIFESTO PELA SINERGIA DAS LÍNGUAS EM PORTUGUÊS

Fliaraxá – Festival Literário de Araxá – lançou, como resultado do encontro no qual participaram escritores e escritoras de diversos países, o “Manifesto pela Sinergia das Línguas em Português”.

Afonso Borges apresentou Manifesto pela sinergia das línguas em português — Foto: Daniel Bianchini

A proposta é criar uma integração dos autores via redes sociais a fim de desenvolver uma sinergia positiva e colaborativa no sentido de fazer com que mais e mais a língua portuguesa e seus autores se conheçam.

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EDITORAS DE 44 PAÍSES COM APOIO À TRADUÇÃO DE MAIS DE 150 OBRAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

Esta é a primeira edição da Linha de Apoio à Tradução e Edição (LATE) de autores de língua portuguesa.

Editoras de 44 países com apoio à tradução de mais de 150 obras de língua  portuguesa | Fernando Pessoa | PÚBLICO

Mais de 150 projectos editoriais de editoras de 44 países vão ser apoiados pela Linha de Apoio à Edição e Tradução da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) e do Camões Instituto, foi nesta terça-feira anunciado.

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PRÉMIOS PEN DISTINGUEM FRANCISCO JOSÉ VIEGAS E NUNO JÚDICE EM NARRATIVA E POESIA

Os escritores Francisco José Viegas, Nuno Júdice e João Barrento e Maria João Cantinho são os vencedores da edição deste ano dos prémios PEN para narrativa, poesia e ensaio.

Os escritores Francisco José Viegas, Nuno Júdice e João Barrento e Maria João Cantinho são os vencedores da edição deste ano dos prémios PEN para narrativa, poesia e ensaio, no valor de cinco mil euros cada.

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SEMINÁRIO “A LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO, NA LITERATURA E NA COMUNICAÇÃO” SERÁ ONLINE

A 4ª edição do Seminário “A Língua Portuguesa na Educação, na Literatura e na Comunicação”, organizado pela Comissão para Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa (CPCLP), já tem data marcada. O evento acontece de 9 a 14 de novembro em uma plataforma digital e gratuita.

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FLIARAXÁ CELEBRA AS MUITAS LÍNGUAS PORTUGUESAS EM EDIÇÃO TOTALMENTE ONLINE

A partir desta quarta (28), evento traz debates com cerca de cem autores nascidos em oito países que falam o nosso idioma; o angolano José Eduardo Agualusa e a mineira Conceição Evaristo são os homenageados em 2020.

Fliaraxá

O escritor angolano José Eduardo Agualusa, 59, teve de deixar o país onde nasceu por questões políticas no fim da década de 90. Ele exilou-se em Olinda, Pernambuco, e depois no Rio de Janeiro. Voltou a Angola cinco anos depois, para sair novamente e morar por uns bons anos em Portugal. Nos últimos tempos, tem se dividido entre Lisboa e Ilha de Moçambique, cidade ao norte do país africano. Esse trânsito deu a Agualusa a oportunidade de se aprofundar na literatura produzida nos diferentes países, e ele percebeu que a totalidade da língua portuguesa em suas diversas expressões, não apenas a angolana, é o que o fascinava.

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