Anunciamos que este blogue é um repositório de informações sobre a língua portuguesa, e que os conteúdos não são todos da responsabilidade do IILP.

Aside | Publicado em por

Língua portuguesa está mais rica com mais de 840 novas palavras

ABCDEA Priberam acaba de anunciar que o seu Dicionário de Língua Portuguesa foi enriquecido com um total de 842 novos verbetes só durante o primeiro semestre de 2016, período durante o qual foram ainda alterados um total de 4.328 verbetes.

O anúncio foi feito em Lisboa, durante as recentes «Jornadas dos Dicionários», numa apresentação dos linguistas da Priberam Helena Figueira, Pedro Mendes e Cláudia Pinto, que revelaram que o dicionário integrava a 30 de Junho de 2016 um total de 115.821 verbetes, o que o torna numa das mais completas e atualizadas referências da língua portuguesa.

Helena Figueira explicou que uma das vantagens do Dicionário Priberam de Língua Portuguesa (DPLP) é a capacidade de rápida adaptação e acompanhamento da evolução da língua. Muitos dos novos vocábulos surgem na sequência de sugestões diretas, mas também da análise que a Priberam faz de pesquisas dos utilizadores, de corpora de notícias, websites e blogues.

«Muitas das pesquisas inválidas são feitas com a grafia errada – afinal, é também para saber como se escreve determinada palavra que as pessoas procuram um dicionário!», diz Helena Figueira, «mas quando detetamos que há muitas pesquisas de utilizadores que tentam encontrar o significado de uma palavra bem formada que não está no dicionário, é sinal de que esse vocábulo merece provavelmente um novo verbete».

E a linguista da Priberam dá exemplo de novas palavras recentemente adicionadas ao DPLP e que surgiram na sequência de sugestões directas ou indirectas dos leitores: bolembreano, sexagem, omnibenevolente, tardogótico, normotenaz, diligenciamento, ecomuseu, microzona, íctico ou fónio.

A tecnologia por detrás do DPLP remonta ao trabalho realizado pela Priberam desde 1995 mas a génese do dicionário online tal como hoje o conhecemos surgiu em 2008, quando a empresa licenciou o conteúdo do Novo Dicionário Lello da Língua Portuguesa com o objectivo de criar uma plataforma lexicográfica.

Apesar de estar sempre a evoluir, à data de 30 de Junho de 2016, estas eram as principais estatísticas do DPLP:
115.821 verbetes;
5.163 desdobramentos com alterações ortográficas;
1.599 subverbetes;
7.037 locuções;
217.379 definições;
51.666 sinónimos;
4.180 antónimos;
10.031 aceções com exemplos

O DPLP inclui ainda as variantes gráficas da norma brasileira bem como a grafia antes e depois do Acordo Ortográfico.

Mais informações em http://dicionario.priberam.pt

Fonte: Diário Digital

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Candidaturas até domingo (31)

PFMPATENÇÃO! Não perca o prazo, candidaturas ao Prémio Fernão Mendes Pinto encerram já neste domingo, dia 31 de Julho. Saiba mais clique aqui

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Fusão entre cooperação e língua foi “errada” mas é para manter

Por Lusa

Instituto CamõesA fusão das políticas de cooperação para o desenvolvimento e da defesa e promoção da língua e cultura portuguesas foi “errada”, mas o atual Governo não tenciona, “para já”, reverter essa decisão.

“Temos de ser realistas, não podemos andar em constantes disrupções organizativas”, justifica a secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, em entrevista à agência Lusa, no Palácio das Necessidades, em Lisboa.

“A solução que foi encontrada foi, a nosso ver, errada, mas, para já, não vamos reverter essa opção”, repetiu, frisando que o Governo procurará, “apesar disso”, ser “mais eficiente”.

O Camões, Instituto da Cooperação e da Língua (que resultou da fusão do Instituto Camões com o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, em 2012) “está a fazer uma reflexão” interna “sobre a melhor maneira de cumprir os seus objetivos e as orientações estratégicas traçadas pelo Governo”, referiu Teresa Ribeiro, admitindo um “reforço de capacidades” e a “adoção de métodos de trabalho diferentes”.

Reconhecendo que “a cooperação perdeu, em termos de visibilidade externa, alguma da sua pujança” com a fusão num só instituto, Teresa Ribeiro realça que “não é realista, neste momento”, optar por “uma solução organizativa diferente” daquela que existe.

“Não foi, seguramente, uma boa ideia, mas vamos ter que viver com ela, para já”, reconhece, sublinhando que, “no futuro, logo se verá”.

Admitindo que “as debilidades internas da cooperação” portuguesa “são muitas”, desde logo com “a queda das verbas” públicas, a secretária de Estado destaca o “sinal político” do “reforço de verbas” para a cooperação, o que mostra a importância que o Governo atribui ao setor.

Teresa Ribeira destacou que a verba anual do Camões para a cooperação aumentou, este ano, em dois milhões de euros, que a linha de cofinanciamento para as organizações não-governamentais para o desenvolvimento foi reforçada de 1,2 para 1,5 milhões de euros e que as bolsas de estudo passaram de 115 para 209, no ano letivo de 2016-2017, um aumento de meio milhão de euros.

“É muito importante envolver a sociedade civil”, frisa a governante, garantindo que “algum compasso de espera no financiamento” de projetos da sociedade civil que possa existir “será normalizado”, devendo-se a “meras questões de tramitação orçamental e nada mais do que isso”.

Destacando que a sociedade civil “tem feito um trabalho notável”, Teresa Ribeiro promete “avaliações mais rigorosas dos projetos” e apela a parcerias “inovadoras”, que recorram, nomeadamente, a fundos internacionais. “É muito importante trazer para a cooperação as `start-ups` [novos negócios], normalmente inovadoras, algo que queremos fazer no futuro”, adiantou.

“Não houve uma suficiente aposta na promoção do setor privado, no envolvimento do setor privado”, considera a secretária de Estado, referindo-se ao Executivo anterior, e sublinhando que, para isso acontecer, tem de haver “condições de previsibilidade” para o investimento.

“Temos que olhar para a cooperação como a outra forma de internacionalizar a economia portuguesa e isso não tem sido feito”, sustenta.

Fonte: RTP

 

 

 

 

 

 

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

“Diversidade e unidade da língua portuguesa”

Rede-Brasil-Cultural-1 (1)Foi lançado o  EDITAL DC/01/2016, do IV Concurso de Redação da Rede Brasil Cultural.

O concurso visa à seleção e à premiação dos melhores textos que apresentem reflexões   sobre o tema “Diversidade e unidade da língua portuguesa”.

Poderão inscrever-se no concurso, exclusivamente, cidadãos correntemente matriculados nos cursos de língua portuguesa oferecidos por 24 (vinte e quatro) Centros Culturais Brasileiros vinculados a Representações brasileiras no exterior e pelos 05 (cinco) Núcleos de Estudos Brasileiros que operam em Representações brasileiras no exterior.

O período de inscrição no concurso será fixado por cada Unidade, de acordo com suas respectivas particularidades, a partir da publicação deste Edital, com observância de prazo mínimo de 45 dias entre a abertura das inscrições e a escolha do trabalho vencedor.

Os prêmios outorgados às quatro melhores redações serão em espécie, no valor de USD 800,00 (oitocentos dólares americanos) para cada um dos vencedores.

Saiba mais, clique aqui.

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Português será integrado no sistema educativo francês como língua estrangeira

images (1)O ministro da Educação de Portugal disse ontem(26) que o português passará, a partir do próximo ano lectivo, a integrar os currículos do sistema escolar francês como língua estrangeira.

Os ministros da Educação de Portugal e França, Tiago Brandão Rodrigues e Najat Vallaud-Belkacem, respectivamente, assinaram , em Paris, uma declaração política para reforçar a cooperação bilateral no domínio da língua.

“Com esta declaração, acima de tudo, conquistamos, por um lado, que o português possa ser ensinado em França como língua estrangeira viva, havendo a sua integração nos currículos do sistema escolar, isto é, em vez de ser uma língua supletiva, uma língua que complementava os currículos, a partir de agora, o português passa a fazer parte do sistema escolar, completamente integrado”, disse à agência Lusa Tiago Brandão Rodrigues, contactado a partir de Lisboa.

De acordo com o ministro da Educação, “o português passará a ser tratado como as línguas internacionais mais difundidas, como o inglês, o espanhol, o italiano”, facto que classificou como “muito importante”.

Segundo um comunicado do Ministério da Educação português, a França fará a substituição do “Ensino de Língua e Cultura de Origem (ELCO)” no sistema escolar por um novo dispositivo, o “Ensino Internacional de Línguas Estrangeiras (EILE)”, que começará a ser aplicado já no ano lectivo de 2016/17.

Por outro lado, disse Brandão Rodrigues, essa mudança também é importante para a comunidade portuguesa, que terá acesso ao português integrado nos currículos e “porque existirá uma continuidade ao longo de todo o sistema escolar” do ensino da língua portuguesa, tanto no ensino básico como no secundário.

Permitirá ainda, segundo o ministro, o aumento de alunos que não são de origem portuguesa nos cursos de português, pois também vão ter acesso à língua portuguesa ao longo em todo o sistema escolar em França.

“Portugal irá continuar a dar todos os recursos que dava até aqui para o ensino do português em território francês e a França passa a dar mais recursos importantes para a consolidação da língua portuguesa”, indicou o ministro.

Tiago Brandão Rodrigues sublinhou ser importante aprofundar a cooperação educativa e linguística em acordos futuros e manter um acompanhamento técnico regular do ensino do francês em Portugal e do português em França.

“Portugal é pioneiro nessa iniciativa do Governo francês, que quer alargar esse compromisso com outras línguas”, disse ainda.

Essa declaração política, afirmou o Brandão Rodrigues, “acontece também essencialmente num quadro dos laços de amizade que existe bilateralmente, como se viu também nesses últimos tempos pelas visitas mútuas que aconteceram a ambos os países”. .

“Acima de tudo é importante entender que o francês e o português apresentam-se como línguas com dimensões internacionais, como línguas de trabalho de organizações internacionais, mas também línguas da ciência, línguas de culturas, línguas de comunicação”, afirmou.

Para o ministro português, “era importante” ter “instrumentos para robustecer a aprendizagem e o ensino da língua, do português em França e do francês em Portugal”.

Segundo a nota do Ministério da Educação, esta declaração conjunta traduz, “antes de mais, uma forte vontade política, uma vez que inaugura uma nova e ainda mais ambiciosa etapa de promoção recíproca do ensino do português e do francês nos sistemas educativos de ambos os países”.

De acordo com o documento, a partir do trabalho que conduziu à assinatura desta declaração conjunta, ambos os ministros concordaram que seja celebrado até ao fim do ano um novo acordo de cooperação educativa.

O documento também foi assinado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva.

Fonte: Renascença

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Museu da Língua Portuguesa com financiamento assegurado

silosO primeiro Museu da Língua Portuguesa, em Portugal, vai ser criado em Bragança, ainda sem calendário de abertura, mas com um financiamento assegurado de fundos comunitários superior a quatro milhões de euros, informou hoje o autarca local.

O município acaba de ver aprovada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Norte uma candidatura para os conteúdos do novo museu de quase 775 mil euros, com uma comparticipação de cerca de 658 mil euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), na rubrica Patrimônio e Cultura.

A autarquia já tinha afetado 3,5 milhões dos euros dos 16 milhões do novo quadro comunitário de apoio que lhe couberam para o Plano Estratégico de Desenvolvimento urbano (PEDU) para a estrutura física deste projeto, anunciado há sete anos e inspirado no museu da língua portuguesa que existe em São Paulo, no Brasil.

Continuar a ler

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Historiador lança livro gratuito sobre a história dos Jogos Olímpicos na internet

airton-de-farias

Próximo da realização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o historiador e professor cearense, Airton de Farias, lançou um livro sobre as Olimpíadas e disponibilizou gratuitamente na internet.

Com mais de 250 páginas, o livro “História dos Jogos Olímpicos” retrata o papel dos esportes dentro de um contexto político e social, desde a Grécia antiga até os jogos atuais.

Segundo o autor, que possui outras 24 obras literárias, o livro mostra que o esporte vai além de uma simples disputa. “Cada vez mais se percebe que os esportes não existem por si apenas. Eles sofrem influências e até influenciam posturas políticas e econômicas, de empresas e governantes. Então, o livro se propõe a fazer um passeio pela História política de nossa época e busca escapar ao lugar comum, de se fixar apenas em datas, números e medalhas”, contou.

Lançamento na internet

Para reunir todos os dados e construir a obra, Airton precisou de um ano e meio de dedicação. Para ele, liberar o conteúdo na internet é uma forma de presentear os desportistas. Mas ele reconhece que a crise financeira teve influência direta.

“A crise acabou por influenciar nessa decisão. Afinal, não se faz um livro desses de hora para outra. Todo autor quer ver seu livro lido, comentado, analisado. Há uma grande crise no mercado editorial brasileiro hoje. Percebemos que o número de leitores os quais teriam acesso ao livro físico seria muito pequeno. Então, com um livro pronto resolvemos inovar”, explicou.

O livro foi posto para download gratuito, sendo dada a opção, para quem desejar, de contribuir com algum valor para pagar os direitos do autor e do desenhista.

Para fazer o download do livro, acesse Armazém da Cultura.

Fonte: Tribuna do Ceará
Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Softwares transformam arquivos de voz em textos escritos

softwareA evolução dos softwares de edição e produção de textos já é uma realidade, que a cada dia vem sendo aprimorada. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida para facilitar a vida dos escritores, prometendo permitir que o escritor aumente a concentração nas suas ideias, oferecendo um ambiente livre de distrações. O escritor só precisa narrar seus textos para que o software o escreva. O fato de não necessitar que os escritores se preocupem com a escrita, por muitas vezes, estimula o pensamento criativo.

Essa tecnologia vem sendo apresentada nas formas de aplicativo, páginas de internet e software para desktops. Dentre algumas existentes no mercado, podemos citar o Voicenote, Dictanote, Voice Recognition e o Speechnotes.

Diversos idiomas já estão incorporados nestas ferramentas, incluindo o português do Brasil. Elas também podem ser integradas nas formas de App’s, nos sistemas Android, Windows e no Google Chrome. Além da transcrição da fala, também é possível, em alguns destes softwares, transformar arquivos de audio em textos escritos. Tudo para facilitar a vida de blogueiros, repórteres e escritores em geral.

Fonte: Blasting

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Concurso literário para poetas lusófonos

download (1)Após o sucesso do primeiro volume da antologia «Emergente – Novos Poetas Lusófonos», destinada a autores dos 18 aos 30 anos, o escritor Samuel F. Pimenta acaba de lançar a convocatória para a participação no segundo volume, em parceria com a editora Livros de Ontem.

Até 31 de Outubro decorre a recepção de textos poéticos, num máximo de 9 páginas por autor, que resultará na publicação de uma antologia que reúne as 12 melhores propostas.

Segundo o criador do projeto, o jovem poeta Samuel F. Pimenta, a iniciativa estende-se a todos, em qualquer esquina do mundo, desde que a escrita flua em língua portuguesa: “O único critério é que os textos sejam escritos em português. Nós temos conhecimento que hoje em dia não se expressa em português só quem aprendeu o português como língua materna. Abrimos a participação o máximo possível. Qualquer pessoa que escreva em português pode concorrer. E é óbvio que as regiões de Macau, de Goa, da Galiza, inclusive, podem concorrer”, assinala o autor, que diz não ter recebido qualquer proposta de Macau na primeira edição.

Para saber mais sobre a antologia e o regulamento, clique aqui 

Fonte: Ponto Final 

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

CPLP tem “obrigação e dever” de apoiar a Guiné Equatorial

cplp

É nossa obrigação e nosso dever apoiá-los na integração”, disse o responsável, Murade Murargy, em entrevista à Lusa a propósito do segundo aniversário da adesão da Guiné Equatorial à CPLP.

O secretário-executivo afirma que a Guiné Equatorial está muito empenhada na vertente empresarial da CPLP, mas reconhece que ainda não estava preparada para “assumir as suas responsabilidades comunitárias e participar em todas as reuniões”.

“Têm um pouco de retração. De vez em quando também não fazemos um esforço para os acolher”, disse, admitindo que ainda prevalece “uma certa rejeição”.

“Já são membros comunitários e não podemos assumir atitudes de rejeição”, ressalvou, considerando que a CPLP deve acolher este país “com os braços abertos”.

Questionado sobre se Portugal é o Estado que tem colocado mais entraves à Guiné Equatorial, Murade Murargy respondeu que “não é justo” afirmar isso, mas comentou que “alguns setores da sociedade portuguesa sempre se manifestaram contra” a adesão deste país à CPLP.

A organização pode prestar apoio às autoridades de Malabo na área cultural e na educação, exemplificou.

“Temos de discutir com eles para que os programas de ensino da língua portuguesa possam ser mais intensivos e abranger mais a sociedade da Guiné Equatorial, de forma a que o português comece a entrar gradualmente como a terceira língua”, disse Murade Murargy.

A Guiné Equatorial é o único país de língua espanhola do continente africano e a introdução do português como língua oficial neste país – que foi colonizado pelos portugueses antes de passar para as mãos dos espanhóis – era uma das condições da adesão.

O secretário-executivo reconhece que o português “não é língua de origem” na Guiné Equatorial, mas disse que este país “está a fazer um grande esforço” na divulgação do português.

Murargy ressalvou que ainda “há um longo caminho a percorrer” para que a língua portuguesa seja dominada por todos os povos da CPLP.

“Não podemos ter a pretensão de que todos falam português”, destacou, exemplificando que na Guiné-Bissau o francês é muito forte, enquanto em Timor também é comum falar-se inglês.

Murargy acredita também que o país ratificará os estatutos da CPLP antes da cimeira, uma necessidade para a qual vem alertando as autoridades de Malabo.

A Guiné Equatorial entrou para a CPLP como membro de pleno direito a 23 de julho de 2014, na cimeira que decorreu em Díli e quando Timor-Leste assumiu a presidência rotativa da organização. A adesão pressupôs o respeito por um “roteiro” que incluía uma moratória sobre a pena de morte, tendo em vista a sua abolição, a promoção da língua portuguesa e uma maior abertura democrática.

Para Ramos-Horta,  Nobel da Paz (1996), antigo Presidente (2007-2011) e primeiro-ministro (2006-2007) de Timor-Leste, “é preciso que a Guiné Equatorial responda a essas expectativas da CPLP e da comunidade internacional, no próprio interesse para a evolução positiva e pacífica da situação na Guiné Equatorial”.

Fonte: Notícias ao Minuto

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário