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Inaugurado Centro de Ensino e Formação Bilingue Chinês-Português

Foi inaugurado na última sexta-feira (26), na Universidade de Macau, o Centro de Ensino e Formação Bilingue Chinês-Português, liderado pela professora doutora Maria José Grosso. O desenvolvimento da investigação no ensino do português e os cursos de formação em Língua Portuguesa para formadores de professores figuram entre os objetivos de um organismo que nasce vinculado ao Departamento de Português da maior instituição de ensino superior do território.

Centro de formação

Hong Gang Jin, Diretora da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade de Macau, enfatizou que o centro “otimizará cursos de licenciatura, de mestrado e de doutoramento em Língua Portuguesa e suas Culturas” e “melhorará a organização de cursos, métodos pedagógicos, avaliações para os alunos de Estudos Portugueses alcançarem níveis avançados”. Prevista está também uma colaboração com a Direcção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), através do qual o centro “tentará implementar o mecanismo de ‘entrada direta’ por parte de alunos do ensino secundário da RAEM, com conhecimentos de Língua Portuguesa, na licenciatura em Estudos Portugueses da Universidade de Macau”.

A diretora da Faculdade de Letras esclareceu que o organismo vai ainda assegurar a “publicação de manuais didáticos de Português com boa qualidade, e promoverá ainda ferramentas digitais e programas de aprendizagem on-line. Além disso, encorajará e subsidiará mais aprendentes de Português nos seus estudos no estrangeiro, acelerando a aprendizagem de língua e cultura”. Por fim, a “Faculdade de Letras tentará ainda lançar um programa ‘4+1’, com a cooperação das universidades em Portugal ou no Brasil”.

O centro está localizado nas salas 1002 – 1006, no Edifício E34 do novo campus da Universidade de Macau. Ao lado do mesmo funciona o Centro de História e Cultura Chinesas e o Instituto Confúcio. O Centro de Ensino e Formação Bilingue Chinês-Português integra ainda salas de exposições sobre as diferentes culturas lusófonas. Juntamente com Maria José Grosso na direção do novo organismo, está Zhang Jing, também docente do Departamento de Português, que assume a função de subdiretora.

Fonte: Ponto Final
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CiberEstudo: uma plataforma multidisciplinar

Mais de 2600 exercícios com dicas e resultados, 72 exames e testes e um jogo para consolidar conhecimentos de forma divertida. Assim é o CiberEstudo, a nova plataforma digital dedicada a alunos do 4.º, 6.º e 9.º ano, cuja missão é complementar a aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática.

Esta nova plataforma, lançada no passado dia 27 de maio, resulta da parceria entre a Associação Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, a Associação de Professores de Matemática e a Fundação Vodafone.

Para além da área de estudo, os utilizadores dispõem de área de jogo com vista à consolidação de conhecimentos de uma forma divertida. Há, também, interação com os encarregados de educação através da disponibilização de relatórios de desempenho, que permitem o seguimento da evolução do aluno.

 

Fonte: Vedafone

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Escritores lusófonos querem ser lidos nas escolas

Os escritores lusófonos reivindicam uma maior circulação dos livros que permita um melhor conhecimento da cultura e da literatura produzidas, sobretudo nos países africanos, cujos autores são pouco divulgados e conhecidos, salvo raras exceções. Esta foi uma das conclusões do VI Encontro de Escritores do universo lusófono, que terminou  sábado(24) em Odivelas, na periferia de Lisboa.

O mote foi lançado pelo escritor e jornalista guineense, Tony Tcheka, quando moderava o painel sobre a língua portuguesa no mundo. “É preciso incluir as literaturas dos nossos países nas escolas para nos conhecermos mais e melhor”, disse em tom de desafio.

“Nós não nos conhecemos”

A proposta vai precisar “de ideias e de pernas para andar”, explica Tony Tcheka em declarações à DW África, sublinhando a necessidade de se elaborar um programa que seja possível pôr em prática. “Isto, porque não se pode falar de criação e existência de uma comunidade de gente que não se conhece”, justifica o escritor. “Na verdade, nós não nos conhecemos. Quando a gente não conhece a literatura de outro país, quando não conhecemos as histórias, a sua maneira de estar e de ser, torna-se tudo muito mais difícil”.

A proposta lançada por Tony Tcheka, baseada no volume de produção de livros, incluindo os de caráter técnico e científico, despertou o interesse da plateia, entre os participantes no evento que decorre no âmbito da VI Bienal de Culturas Lusófonas, com encerramento no dia 31 de maio. A ideia, frisa Tcheka, é levar as diferentes literaturas às escolas e, ao mesmo tempo, fazer circular os livros.

Incentivar a leitura

Ana Paula Laborinho, do Instituto Camões (IC) lembrou que esta proposta se enquadra numa das resoluções das cimeiras dos chefes de Estado e de Governos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A resolução foi adotada pelos membros da organização e compete aos mesmos implementá-la. Segundo a presidente do IC, está em curso a preparação de um plano de incentivo à leitura para crianças e jovens, juntamente com o Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP).

Lopito Feijóo, um veterano da literatura angolana, considera a questão “muito pertinente” e tem vindo a lutar pela mesma em quase todos os eventos do género em que participa.

Alda Barros (DW/J. Carlos
)Alda Barros, autora são-tomense

Muitos dos livros que lhe chegam às mãos resultam de trocas com confrades nos festivais e encontros literários. E, se consegue comprar algumas obras, fá-lo essencialmente nas livrarias de Lisboa, cidade portuguesa que ele considera ser uma espécie de “placa giratória”. Há cerca de 30 anos, lembra, já o escritor e professor português, Manuel Ferreira, chamava a atenção para este risco, agravado pelas crises financeiras e económicas que os países enfrentam e consequente dificuldade de aquisição de produção cultural.

Novas caras da literatura

Além de alguns veteranos, o evento em Odivelas abriu portas a jovens escritores como o moçambicano Amosse Mucavele, autor de “Geografia do Olhar” (2017) e a são-tomense Alda Barros, que acaba de lançar em Lisboa a sua primeira obra poética “Flor Branca do Baobá”. De facto, sublinha Mucavele, ainda há muito pouco conhecimento um do outro no espaço lusófono.

Amum

Amosse Mucavele, escritor moçambicano

Os escritores que se conhecem, refere, são os mesmos de sempre, “alicerçados por grandes editoras”. Os outros, adianta, “quase ninguém fala deles ou quase ninguém os conhece”.

Quando, em 2010, criou uma revista eletrónica com um grupo de jovens moçambicanos, o objetivo era tentar aproximar os vários escritores de língua portuguesa. Hoje, diz Mucavele à DW África, “é preciso criar outras pontes de afetos que não necessitam das tais editoras, ou que passe tudo por Portugal para distribuição” das obras. Além disso, nos novos manuais escolares não aparecem textos dos novos escritores. “Precisamos de reverter isso”, aconselha o jovem poeta moçambicano, defensor da ideia de que cada país deve funcionar como núcleo para distribuir as obras dos seus escritores e de autores estrangeiros.

Como fazer circular os livros?

A preocupação de Amosse vai de encontro à abordagem de Lopito Feijóo, que considera que ao nível das escolas é mais difícil ter acesso às obras dos escritores.

O escritor moçambicano sublinha a necessidade de programas para promover a língua portuguesa nos sítios mais recônditos: sugere a criação de bibliotecas e centros culturais nas aldeias, municípios e comunas que incentivem o diálogo entre autores e alunos.

Olinda Beja (DW/J. Carlos)Olinda Beja, escritora são-tomense

A escritora e professora Olinda Beja, também de São Tomé e Príncipe – que tem trabalhado com crianças nas escolas não só em Portugal – diz ser imperioso implementar a literatura e incentivar a leitura nos países de língua portuguesa. “Os manuais continuam pobres, com muito poucos autores. Chega-se a São Tomé ou à Guiné-Bissau, os nossos alunos não conhecem os escritores lusófonos, incluindo os nacionais”, lamenta.

Olinda Beja reconhece que “há muito trabalho a fazer” neste sentido. O seu apelo vai para o Ministério da Educação e da Cultura, mas também para a Presidência da República. Dá o exemplo de Cabo Verde, onde esteve recentemente a convite do chefe de Estado cabo-verdiano, José Carlos Fonseca, que  abriu as portas do palácio presidencial aos escritores e alunos como uma das iniciativas para promover as obras literárias nacionais e incentivar a leitura.

Fonte: DW ÁfricaDW África

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I CONGRESSO MUNDIAL DE BILINGUISMO E LÍNGUAS DE HERANÇA – I CONGRESSO BRASILEIRO DE PORTUGUÊS LÍNGUA DE HERANÇA

Saiba mais, clique aqui

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Literatura de Língua Portuguesa em debate no CCBA

centro cultural Brasil AngolaEntre os dias 26 e 28 de Maio o Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA) promove a Festa Literária Luso-afro-brasileira, em alusão ao Dia Internacional da Língua Portuguesa, comemorado no início do mês de Maio.

A atividade é uma iniciativa da Embaixada do Brasil em Luanda, através do Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA), e da companhia área TAAG.

Segundo uma nota enviada à Rede Angola, escritores do Brasil, Angola, Portugal e de Moçambique participarão em debates – gratuitos ao público – sobre temas ligados à literatura em Língua Portuguesa.

Entre os oradores selecionados constam José Luís Mendonça, Carmo Neto, Lopito Feijóo, Mel Duarte e Brigitte Caferro. Ainda os brasileiros António Carlos Secchin, Alice Sant’Anna e o português Paulo José Miranda.

Fonte: Rede Angola
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Euronews passa a ter serviço em português 24h

Euronews_oldA estação pública portuguesa RTP e a Euronews renovaram por mais dois anos (2017 e 2018) o contrato de transmissão dos conteúdos do canal desportivo na sua língua nativa. Assim, já a partir deste mês, a Euronews passa a disponibilizar um serviço integralmente em português durante 24 horas, todos os dias. Tal é possível devido ao “trabalho personalizado desenvolvido pela redação do serviço de língua portuguesa”, esclarece a RTP.

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Na Universidade de Toronto a Língua Portuguesa é ensinada há 70 anos

torontoDois mil e dezassete é um ano especial para a Língua Portuguesa, para quem a ministra e para quem a aprende na Universidade de Toronto, no Canadá: celebram-se os 70 anos da primeira oferta oficial de um curso em Português, naquela instituição de ensino superior canadiana. O Programa de Estudos Lusófonos tem sido objeto de mudança e evolução desde a sua implementação há sete décadas, e novas mudanças irão ocorrer. Tudo para continuar a proporcionar um ensino de excelência e dar continuidade ao programa que mais alunos inscritos tem em todo o Canadá…
São sete décadas a ensinar uma língua estrangeira a nível universitário em Toronto, e milhares os alunos que a têm aprendido nos cursos de língua, literatura e história entre outros. Foram vários os escritores, conferencistas, músicos, artistas plásticos e académicos lusófonos que ali transmitiram conhecimento. Inúmeras exposições, conferências, simpósios, colóquios, semanas de Língua Portuguesa, publicações de livros, festivais de cinema, entre outras atividades, complementaram, naquela universidade, a aprendizagem de uma língua que se mantém dinâmica e de ‘olhos’ postos no futuro.
“O futuro é construído sobre o passado; acredito que nas últimas três décadas fortalecemos a fundação do Programa de Estudos Lusófonos. Minha convicção é que a importância do Português não diminuirá nos próximos anos, só pode prosperar. Cada estudo mostra que esta língua ‘romântica’ está entre as dez mais faladas no mundo, sendo utilizada por 250 milhões de pessoas. Esta tendência continuará num futuro previsível”, defende Manuela Marujo, diretora associada do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Toronto, numa publicação que elaborou e onde resume os mais importantes momentos do Programa de Estudos Lusófonos nestes 70 anos de atividade.
Em 1997, durante um simpósio realizado no Colégio Universitário para celebrar 50 anos de Português na Universidade de Toronto, Manuela Marujo entrevistou Kurt Levy, profundo conhecedor dos primeiros passos do ensino do Português naquela academia. Segundo o professor, a primeira oferta oficial de Português aparece no ano académico de 1947-1948, com um curso de três horas. O seu conteúdo foi apresentado como “pronúncia, gramática, prática oral e leitura de textos prescritos”, como recordou o docente.

Língua de projeção mundial
Entretanto, desde 1978 o Departamento de Espanhol e Português dinamiza “um Specialist in Portuguese, um Four Honours Program, o que corresponde de certa maneira a uma licenciatura em Estudos Portugueses”, explica a professora universitária, que dedicou 32 anos da sua carreira académica ao ensino do Português naquela universidade. No âmbito desta licenciatura, há cursos de língua, cultura, história, literatura, cinema, entre outros, e que têm variado ao longo dos anos conforme as especialidades dos professores.
Sobre as causas para a longevidade do Programa de Estudos Lusófonos, Manuela Marujo aponta, entre outras, a sua “boa reputação” junto dos departamento e dos alunos e ainda o facto do Português “ter cada vez maior projeção no mundo”, para além da presença de uma grande comunidade de imigrantes portugueses em Toronto e do o crescimento económico do Brasil. “São muitas as razões”, defende.
A comprovar o sucesso deste programa estão os números. Ao longo dos seus 32 anos a lecionar naquela universidade, a professora refere entre 150 a 200 os alunos que o têm frequentado anualmente, distribuídos pelos vários cursos. Sobre o perfil desses estudantes nas últimas três décadas, acredita, com base em estudos feito com frequência pelos Leitores do Camões, I.P., “que metade são luso descendentes e os outros 50 por cento são das origens mais variadas”. “Como ensinei durante mais de 20 anos os Cursos de Iniciação, os meus favoritos, posso dizer que tenho tido “o mundo” a aprender português”, destaca. “A nossa cidade orgulha-se de ter falantes de mais de 150 línguas e, as aulas de Português são uma pequena mostra dessa realidade. É fascinante ver uma multitude de heranças culturais e linguísticas nas nossas salas de aula”, sublinha.
Com um passado de que os docentes se orgulham e um presente bem estruturado, para o futuro a diretora associada do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Toronto gostaria de ver concretizado o Mestrado e Doutoramento na área de Estudos Lusófonos. E deixa o repto: “países mais ricos do que o nosso dão grandes subsídios para convencer a Universidade a investir em programas de pós-graduação. Não sei se Portugal, o Brasil ou um outro país da CPLP terão a capacidade financeira ou o empenho para se interessar e ajudar financeiramente a realizar tal projeto”. Elogia, porém, a “ajuda imprescindível que Portugal tem proporcionado” com a existência de um Leitorado naquela universidade. “Estamos muito  reconhecidos a Portugal; seria muito difícil proporcionar aos nossos estudantes a variedade de disciplinas que podem escolher, sem a presença do Leitor”, assegura. Quase a deixar as suas funções e a reformar-se, a professora diz que levará consigo o orgulho nos seus antigos alunos que encontra em cargos diversificados pela cidade e pela província do Ontário. A estes agradece por a “terem ouvido” e aos que vão começar a estudar Português dá “os parabéns” porque souberam escolher “e vão ter como resultado portas e janelas abertas para muitos mundos diferentes”.

Fonte: Mundo Português

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“O Dia de África em Torno da História de Angola”

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XII Reunião Ordinária do Conselho Científico do IILP

IILP sem bitmapXII REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO CIENTÍFICO DO IILP

Praia, sede do IILP

COMUNICADO FINAL 

Sob a presidência do Professor Raul Calane da Silva, presidente do Conselho Científico (CC) do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), reuniu-se na cidade da Praia, em Cabo Verde, nos dias 10, 11 e 12 de maio de 2017, o Conselho Científico, com a participação das Comissões Nacionais (CN) do Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A CN de Angola fez-se representar pela sua missão diplomática na cidade da Praia, tendo participado apenas no primeiro dia. A Guiné-Bissau e a Guiné Equatorial não responderam à Convocatória do Presidente do CC e não se fizeram representar, uma vez mais.

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Um vocabulário comum para uma língua pluricêntrica

 

logo-vocNa rubrica Acordo Ortográfico, disponibiliza-se o artigo que o linguista brasileiro Sérgio Rodrigues publicou no jornal Folha de S. Paulo do dia 18 p.p, a propósito do lançamento oficial, na capital de Cabo Verde, da primeira versão do Vocabulário Ortográfico Comum (VOC) e dos vocabulários nacionais associados – recursos que passaram a estar totalmente acessíveis na plataforma do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP). Saliente-se a citação que Sérgio Rodrigues faz de algumas palavras de outro linguista brasileiro, Carlos Alberto Faraco: «Esse vasto acervo poderá servir de base para a escrita de um novo dicionário geral da língua, o que será um passo fundamental […]. Aos poucos vai se consolidando o conceito de língua pluricêntrica para o português.»

Originado no Instituto Internacional da Língua Portuguesa, localizado em Cabo Verde, o site recebeu versões do vocabulário de Portugal, Moçambique, Timor-Leste, Cabo Verde e do Brasil. A partir dessa reunião, as palavras foram reunidas a partir de critérios comuns. É possível ter acesso ao vocabulário de cada país e compreender como a mesma é compreendida no local.

 Nas emissões desta semana dos programas produzidos pelo Ciberdúvidas* para a rádio pública portuguesa, são entrevistadas a professora universitária Teresa Calçada, a nova presidente do Plano Nacional de Leitura de Portugal, e a linguista moçambicana Inês Machungo, coordenadora do Vocabulário Ortográfico Nacional do seu país, já disponível na plataforma do IILP.

Fonte: Ciberdúvidas da Língua Portuguesa e Universia

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