Anunciamos que este blogue é um repositório de informações sobre a língua portuguesa, e que os conteúdos não são todos da responsabilidade do IILP.

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O Dia Europeu das Línguas

lingua portuguesaPor iniciativa do Conselho da Europa, sediado em Estrasburgo, o Dia Europeu das Línguas tem vindo a ser celebrado, todos os anos desde 2001, no dia 26 de setembro.

Por toda a Europa, 800 milhões de Europeus dos 47 estados-membros do Conselho da Europa são encorajados a aprender mais línguas, em qualquer idade, dentro e fora da escola. O Conselho da Europa promove o plurilinguismo em todo o continente, com base na convicção de que a diversidade linguística é uma via para alcançar uma maior compreensão intercultural e um elemento-chave da riqueza do patrimônio cultural da Europa.

Na Europa são faladas mais de 60 línguas – oficiais ou regionais e dialetos de povos. Há países que têm uma única língua oficial: Portugal,França , Alemanha, Países Baixos, Hungria e Islândia. Outros admitem língua regionais como na Espanha, onde o catalão é oficial apenas na Catalunha, o galego na Galiza. Em Portugal é reconhecido o mirandês, apenas no município de Miranda do Douro. Na Irlanda é reconhecido ogaélico irlandês, como língua minoritária. Há línguas mortas que tentam ser ressuscitadas, caso da manx que em 1974 já não tinha qualquer habitante da ilha de Man a usá-la como língua materna, mas depois de ser ensinada nas escolas possui na atualidade 300 falantes que a usam como língua materna. A Bélgica é um país trilíngue, mas em que duas línguas, o neerlandês, também conhecido erradamente por flamengo (é o nome dado aos habitantes de língua neerlandesa da Bélgica) e o francês, esmagam oalemão. As duas principais comunidades linguísticas vivem numa espécie de apartheid linguístico, em que tudo desde jornais e televisões estão claramente divididos em duas partes, tendo havido conflitos, por causa do uso oficial das línguas. Há municípios em que há tolerância do uso dos dois idiomas. O país com mais línguas oficiais é aSuíça, trêslatinasfrancês, italiano e o romanche – e uma de origem germânica – o alemão.[1] A variedade linguística atual da Europa é resultado das línguas primitivas que sofreram alterações. Saiba mais (Wikipedia)

Línguas na União Europeia

O multilinguismo é um elemento central da diversidade cultural da UE. A UE possui 24 línguas oficiais. Escolha uma das seguintes línguas para ler e/ou ouvir um pequeno texto nessa língua. Saiba mais (União Europeia)

Fonte: Observatório da Língua Portuguesa
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Cabo Verde vai enviar professores para Timor-Leste

escola em timorCabo Verde e Timor-Leste vão assinar um acordo de cooperação que permite aos docentes cabo-verdianos lecionarem naquele país.

O anúncio foi feito pela ministra da Educação, Família e Inclusão Social, Maritza Rosabal,  na Cidade da Praia, na sequência de um encontro de trabalho com o seu homólogo de Timor-Leste, António da Conceição, que esteve no arquipélago para uma visita de quatro dias.

A ministra avançou que com este acordo de cooperação, Cabo Verde compromete-se a fazer concursos públicos para envio de docentes de língua portuguesa e outras áreas afins a Timor Leste, com o intuito de ajudá-lo no processo de reforço da língua portuguesa.

Maritza Rosabal disse ainda que o encontro serviu também para analisarem novas áreas de cooperação entre os dois países, tendo acrescentando que 43 estudantes timorenses vão frequentar este ano as universidades cabo-verdianas.

Por sua vez, o ministro do Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e da Educação de Timor Leste, António da Conceição agradeceu pelo apoio que o arquipélago tem dado ao seu país nos últimos anos, e pela disponibilidade de 43 vagas para os estudantes timorenses que este ano vão frequentar as universidades cabo-verdianas.

“Pretendemos ver ainda, qual é a possibilidade de mantermos esta cooperação sobretudo na área da educação, de modo a explorar uma nova implementação dos acordos existentes entre os dois países, uma vez que estamos a precisar de apoio de professores cabo-verdianos”, referiu o governante frisando que a ideia passa também por reforçar a formação dos professores timorenses para que possam dar continuidade no ensino do português nas escolas do ensino básico, e secundário.

O governante disse que o seu país quer beber da experiência que Cabo Verde tem a nível da língua portuguesa, uma vez que o seu país tem ainda problemas neste domínio, frisando que transcorridos 14 anos depois da independência o setor da educação está em vias de desenvolvimento com infraestruturas em todo o território, com 11 instituições de ensino superior, sendo apenas uma pública e que o acesso à educação é gratuito.

Fonte: Inforpress

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Ensino superior em países de língua portuguesa é tema de fórum internacional

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A 6.ª Conferência FORGES “PARA QUE(M) SERVEM A UNIVERSIDADE E AS INSTITUIÇÕES DO ENSINO SUPERIOR? BALANÇOS, PROPOSIÇÕES E DESAFIOS ACERCA DO PAPEL DAS IES NO SÉCULO XXI”propõe-se contribuir para a reflexão sobre a missão da Educação Superior para o desenvolvimento dos países e regiões.

A Conferência que vai ocorrer entre nos dias 28, 29 e 30 de Novembro de 2016, vai reunir dirigentes com responsabilidades na gestão universitária, formuladores e avaliadores de políticas públicas de educação superior, e pensadores e pesquisadores da área, para um exercício de educação comparada e de articulação entre instituições, e entre dirigentes e estudiosos de políticas e práticas de gestão da educação superior, com a finalidade de enriquecer o conhecimento recíproco, refletir à luz de um leque alargado de experiências, estreitar parcerias, e construir novas pontes de cooperação universitária entre os países de língua portuguesa. Saiba mais, clique aqui

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Ensino e aprendizagem do português para surdos

É libras blogSegundo levantamento realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2015, 1,1% da população apresenta algum tipo de deficiência auditiva. Dentro do dado aparentemente pequeno, existe um universo de desafios para inclusão de surdos no país. O aprendizado da Língua Portuguesa pode ser listado como um dos principais entraves na busca por acessibilidade. Veja a reportagem completa, clique aqui

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Socialistas da Galiza defendem entrada na CPLP como observador

Galiza

A entrada da Galiza na CPLP com o estatuto de observador é uma das propostas do programa eleitoral do PSdeG que a assumiu como “compromisso explícito vinculativo”.

“Se ganharmos as eleições, iremos solicitar oficialmente o ingresso da Galiza na Comunidade de Países de Língua Portuguesa”, acrescentou o candidato, assinalando ser esta a “primeira vez” que uma força política daquela comunidade autónoma, e que esteve a governar a Junta da Galiza, “apresenta oficialmente esta proposta no seu programa”.

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O Governo considera uma prioridade o reforço do Instituto Internacional da Língua Portuguesa

Cplp“A participação no quadro da CPLP representa uma prioridade da política externa portuguesa. Assim, Portugal contribuirá para a implementação plena da Nova Visão Estratégica, a aprovar na Cimeira do Brasil. Esta Nova Visão inclui já orientações que Portugal tem defendido: o reforço do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, a valorização dos Observadores Associados e dos Observadores Consultivos, a cooperação em novas áreas da tecnologia, energia, oceanos, a valorização da dimensão da cidadania”, indica o documento ao qual a Agência Lusa teve acesso.

O Governo recorda nas GOP que a afirmação da língua portuguesa é um “desígnio político”, pelo que se compromete a prosseguir a oferta de ensino de português no mundo, “quer ao nível do ensino básico e secundário, quer ao nível do ensino superior”.

“No domínio da cidadania lusófona sublinha-se o desenvolvimento a implementação da Nova Visão Estratégica da CPLP e incremento das atividades da Comunidade, promovendo também a abertura da CPLP à sociedade civil, aos Observadores Associados e Consultivos e às comunidades lusófonas” que vivem fora do espaço da CPLP, salienta o executivo nas GOP2017.

Sobre a política de cooperação, o Governo revela que vai “intensificar a cooperação com os países africanos”, sublinhando-se a relação com os países africanos de língua oficial portuguesa, “nomeadamente no capítulo da promoção da cooperação e das relações económicas”.

“No âmbito da política de cooperação para o desenvolvimento, destacam-se os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos na Agenda 2030 e o desenvolvimento da parceria privilegiada com os países da língua portuguesa. Serão promovidas iniciativas de cooperação triangular, incluindo o alargamento a novas geografias como América Latina, África Ocidental e Norte de África e valorizada a dimensão da ajuda humanitária”, realça o documento.

Fonte: NVI // JMR – Lusa/Fim
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Aulas de português para estrangeiros em Bonnevoie

images-4A Coordenação de Ensino Português no Luxemburgo informa que estão abertas as inscrições para os cursos de Língua Portuguesa para Estrangeiros para o ano lectivo 2016/2017.

Estes cursos destinam-se aos estrangeiros que desejem aprender  e  aprofundar os seus conhecimentos no Português, o terceiro idioma europeu mais falada no mundo e língua oficial de nove países.

Os cursos decorrem no Liceu Técnico de Bonnevoie (LTB), às quartas-feiras, das 19h às 21h, edifício principal, sala 107.

Para mais informações, contacte a Coordenação de Ensino Português no Luxemburgo através do tel. 46337121 (ou por correio eletrónico: nepl@education.lu).

Fonte:wort.lu

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Documentos redigidos em português dispensam tradução

documentoO Conselho Nacional de Justiça do Brasil (CNJ) aprovou, por unanimidade, a edição de recomendação aos tribunais sobre a não exigência de tradução de documentos estrangeiros redigidos em língua portuguesa. A decisão foi tomada na 18ª Plenária Virtual, encerrada no último dia 30 de agosto, sobre o pedido de providências apresentado pelo Ministério de Relações Exteriores Brasileiro.

De acordo com o Ministério, a Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) expressou preocupação com a exigência estabelecida por juízes e tribunais brasileiros de tradução para o português de documentos oriundos de países de língua oficial portuguesa.

No relatório, o Conselheiro Arnaldo Hossepian informou ter consultado o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o tema e que ambas as cortes comunicaram que dispensam a tradução de documentos oriundos dos países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Além disso, o relator destacou que “todos os tradutores públicos e intérpretes comerciais autorizados no Brasil são implicitamente habilitados na língua portuguesa e em uma ou mais língua estrangeira, inexistindo profissionais habilitados em português dos outros países da CPLP, de modo que torna impossível contratar legalmente tradutores de português para português”. Diante disso, Hossepian votou pela edição de recomendação aos tribunais brasileiros.

Fonte: Agência CNJ de Notícias -Thaís Cieglinski
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IILP presente no Congresso Internacional, Educação, Língua Portuguesa e Excelência do Ensino em Angola”

Logo IILP2A Diretora Executiva do IILP, Marisa Mendonça, e as coordenadoras das Equipas Centrais de dois dos principais projetos do IILP, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e o Portal do Professor de Português Língua Estrangeira/Língua Não Materna (PPPLE/LNM), respetivamente Margarita Correia e Edleise Mendes, participaram nos dias 14 e 15 de setembro no evento organizado pela Universidade Católica de Angola.

As três participantes realizaram o painel “Língua Portuguesa: Uma Língua a várias vozes”. O referido painel tinha como objetivos principais “apresentar o IILP e as suas principais linhas de ação e “socializar dois dos principais projetos (VOC e PPPLE) que se inscrevem numa perspetiva pluricêntrica da Língua Portuguesa”.

Os dois projetos apresentados integram já produtos desenvolvidos por equipas de vários Estados-Membros da nossa Comunidade (CPLP), ilustrando-se, assim, a ideia-chave do painel realizado “LÍNGUA PORTUGUESA: UMA LÍNGUA A VÁRIAS VOZES”.

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“Português Mais Perto”

plataforma-digitalA plataforma digital para o ensino do português como língua materna às comunidades portuguesas, intitulada “Português Mais Perto”, deverá estar concluída até ao final deste ano e “visa responder aos fluxos migratórios dos últimos cinco anos”, disse o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, na cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu na sede do Camões – Instituto da Língua e da Cooperação, em Lisboa.

José Luís Carneiro referiu que os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que desde 2011, 495 mil portugueses foram para o estrangeiro, mas destes, cerca de 295 mil regressaram ao fim de menos de um ano.

A plataforma visa permitir que as crianças, adolescentes e jovens destas famílias que emigram por períodos curtos “não percam o contacto e o processo de aprendizagem da língua portuguesa”, explicou.

O administrador da Porto Editora, Vasco Teixeira, disse que a ferramenta “procura colmatar as necessidades dos portugueses a viver no estrangeiro” e permitirá “levar a língua portuguesa mais longe e simultaneamente mais perto daqueles que a vão utilizar”.

Segundo a presidente do Camões, Ana Paula Laborinho, a plataforma “tem um público muito específico” e permitirá uma aprendizagem autónoma, mas também com a possibilidade de existir tutoria, da responsabilidade do instituto.

Fonte: Jornal de Notícias

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