Anunciamos que este blogue é um repositório de informações sobre a língua portuguesa, e que os conteúdos não são todos da responsabilidade do IILP.

Aside | Publicado em por

Diretora Executiva do IILP  visita  São Tomé e Príncipe

 Bandeira São Tomé e PríncipeA Diretora Executiva que esteve no País desde o passado dia 19 para encontrar-se com as autoridades nacionais,  retornou a Cabo Verde otimista com a sua visita de trabalho ao arquipélago santomense.

Em visita oficial  a São Tomé e Príncipe, a Diretora Executiva do IILP, Marisa Mendonça, reuniu-se  com as autoridades locais onde sublinhou a disponibilidade e interesse do Instituto em cooperar  para que o Estado Santomense  se inclua ativamente em projetos para a promoção da Língua Portuguesa.

Durante o encontro com o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Urbino Botelho, a Diretora informou que “o produto são-tomense está praticamente concluído, pensamos que dentro de poucos meses ele ganhará forma que possa ser incluído na plataforma VOC (Vocabulário Ortográfico Comum da língua portuguesa)”, disse Marisa Mendonça.

O ILLP projeta nesse âmbito, organizar ainda este ano, uma formação que permita aos professores são-tomenses produzir aulas para o ensino da língua portuguesa, que serão colocadas na  plataforma do IILP denominada Portal do Professor de Português – Língua Estrangeira.
Pronunciou-se também sobre algumas polêmicas à volta do novo “Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa” e a resistência de alguns países da CPLP face ao mesmo, ilustrando como exemplo o caso do seu País (Moçambique).

“O acordo foi ratificado pela maior parte dos países, falta neste momento a ratificação por Angola e falta a ratificação por Moçambique. Mas em Moçambique o documento passou no conselho de ministros e neste momento está para ser homologado pelo parlamento”, explicou Marisa Mendonça.

“Eu não vejo que o Acordo esteja perdido. A informação que eu tenho por via das comissões nacionais de todos os Estados membros da CPLP [Comunidade de Países de Língua Portuguesa] é de que o Acordo está a vigorar na maior parte dos países que o ratificaram”.

A Diretora Executiva também participou de uma palestra realizada no Anfiteatro da Universidade Pública de São Tomé e na qual participaram, acadêmicos, universitários e falantes da Língua Portuguesa.

Fonte colaborativa:  Lusa e Rádio São Tomé e Princípe

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Pais com dúvidas sobre projeto-piloto de turmas bilingues em duas escolas de Macau

criançasA forma de funcionamento das turmas bilíngues, em português e mandarim, os requisitos exigidos aos alunos ou a língua veicular das disciplinas figuraram entre as perguntas colocadas  por pais — chineses e portugueses — que encheram a sala onde teve lugar uma sessão de esclarecimento sobre o projeto-piloto promovida pela Direção de Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), no último dia 25, em Macau.

Com o intuito de formar talentos bilíngues, o Governo de Macau anunciou, na semana passada, que pretende criar uma ou duas turmas em português e chinês no primeiro ano do ensino primário e ensino secundário geral na Escola Oficial Zheng Guanying e no primeiro ano do ensino primário na Escola Primária Luso-Chinesa da Flora.

Diana Massada, que tem um filho a frequentar o primeiro ano do ensino infantil na Zheng Guanying, do qual é o único ocidental, foi uma das participantes: “A razão de ter vindo cá é tentar perceber até que ponto esta formação de bilíngues se vai efetivar, porque o projeto é, sem dúvida, interessante e necessário em Macau”, afirmou, falando das dificuldades na prática.

“Para um aluno que em casa fala português ter o ensino de português como língua estrangeira é desmotivante — não é bom pedagogicamente. E, portanto, é preciso pensar este projeto para que se possam formar bilíngues — quer de língua-mãe, em casa chinesa, quer de língua-mãe, em casa portuguesa”, observou, considerando o projeto “essencial para Macau”, apesar de ter “muito para andar e ser trabalhado”.

Segundo Iun Pui Un, chefe de departamento de Gestão e Administração Escolar da DSEJ e as diretoras das duas escolas, as disciplinas vão ser ministradas parte em português e parte em mandarim, pretendendo-se um “equilíbrio”, para permitir aos alunos “aplicar mais essas duas línguas” e “fortalecer as suas bases”.

Com efeito, o português vai ser a língua veicular das aulas de educação física, artes visuais ou música; enquanto disciplinas mais fundamentais, como matemática, por exemplo, vão ser lecionadas em mandarim, segundo explicado durante a sessão.

Outra dúvida teve a ver com o conhecimento que os alunos precisam de ter à partida. “O melhor é ter já uma base, mas não é um princípio fundamental. É só o ideal”, sublinhou Iun Pui Un, garantindo que aos alunos com dificuldades será dado “apoio” complementar.

Vários pais manifestaram interesse no novo programa, mas também “preocupação”, receando que os seus filhos não se consigam adaptar ao novo modelo de ensino ou que seja exercida uma maior pressão sobre eles ao nível da aprendizagem.

O período de inscrição para as turmas bilíngues decorre de 01 a 31 de março.

A criação das novas turmas bilíngues será estendida, anual e progressivamente, aos anos de escolaridade mais avançados.

Apesar de o português e o chinês serem línguas oficiais — e toda a máquina administrativa de Macau funcionar nos dois idiomas — são poucos os residentes que dominam as duas línguas. Além disso, nas ruas, nas lojas e nas escolas o cantonês sempre foi a língua maioritária, apesar da crescente presença do mandarim.

Fonte:DM (ISG) // MAG – Lusa

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Alemanha: Conferência sobre o “Ensino da Língua Portuguesa”

A primeira Conferência Nacional do Grupo de Reflexão e Intervenção da Diáspora Portuguesa da Alemanha (GRI-DPA), dedicado ao tema “Ensino da Língua Portuguesa – a língua portuguesa como factor identitário e de integração”, decorrerá a 18 de março em Düsseldorf, na Associação Portuguesa Sanjorgense e.V. (Am Heerdter Hof 18 b).

Programa:

– Sessão de abertura
– Palestra 1: “A Comunidade Portuguesa na Alemanha”
Prof. Dr. Bodo Freund
– Palestra 2: “A Língua como factor identitário de integração”
Dr. Luciano Caetano da Rosa
– Ensino da Língua Portuguesa na Alemanha
Situação, desafios e perspetivas
– Mesa redonda
Moderados. Mário dos Santos, diretor do jornal “Portugal Post”
– Formulação dos resultados da conferência
– Sessão de encerramento

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Por uma educação bilíngue competente


Bandeira Cabo VerdeAna Josefa Cardoso, autora do projecto de educação bilíngue de crioulo e português, defende que “não podemos continuar a fingir que a nossa língua materna não existe e mantê-la fora do sistema educativo. Não me parece sensato continuar a fazer ouvidos moucos e fingir que no final da escolaridade todos os alunos têm um domínio suficiente do português para as suas necessidades, quando nem sequer têm consciência das diferenças entre a sua língua materna e o português”. Por isso, a especialista defende que “é necessário olhar para a educação bilíngue com seriedade, investir na formação de professores e na criação de condições para que não se mantenha eternamente como uma experiência dependente apenas da boa vontade e do empenho de algumas pessoas”.

Para a professora, todas as crianças têm o direito de chegar à sala de aulas e compreender aquilo que o professor está a ensinar, sem que isso seja “angustiante”, mas avisou que o ensino da língua portuguesa continuará “bastante comprometido” em Cabo Verde, se não houver uma maior valorização e desenvolvimento do ensino da língua materna.

Para Ana Josefa Cardoso, está “mais que provado” que o ensino formal da língua materna facilita a aprendizagem das outras línguas e das outras áreas curriculares, explicando que o projecto denominado “Si ka fila tudu, ta fila un pónta – Uma experiência de Educação Bilingue”, elaborado no âmbito do seu curso de doutoramento em Linguística, foi apresentado ao Ministério da Educação de Cabo Verde e aprovado para seis anos de escolaridade (do 1º ao 6º ano de escolaridade).

A autora esclareceu que a implementação do projecto bilíngue iniciou no ano lectivo de 2013/2014 em duas escolas básicas da ilha de Santiago, uma no Concelho de São Miguel, em Flamengos e outra na Cidade da Praia, em Ponta d’Água, sendo que após a avaliação do primeiro ano da experiência e “face aos resultados positivos obtidos”, no ano lectivo seguinte foi alargado a duas escolas do Tarrafal (Santiago) e no ano lectivo 2015-2016 continuou o alargamento a duas escolas do Concelho de São Domingos e duas da ilha de São Vicente.

Ana Josefa Cardoso sublinhou que a principal motivação do projecto foi a situação linguística que se vive em Cabo Verde e a evidência de que o ensino monolíngue, apenas em português, “não tem dado provas de eficácia suficiente” para que os alunos tenham um bom desempenho na língua portuguesa que, por sua vez, também veicula as aprendizagens de todas as áreas curriculares.  

Desta forma, a docente salientou que o modelo de bilinguismo escolhido promove uma forma “forte de bilinguismo”, assente na biliteracia, em que ambas as línguas são línguas curriculares e línguas veiculares de outras áreas como a Matemática e Ciências Integradas, entre outras, fazendo com que os alunos aprendam a ler e a escrever em cabo-verdiano e em português e tenham metade do tempo lectivo em cada uma das línguas.

“Os dados recolhidos, que foram objecto de análise aprofundada, indicam que os alunos das turmas bilíngues pioneiras têm um desempenho na língua portuguesa superior ao dos alunos da turma de controlo que têm um ensino monolíngue exclusivamente em português”, destacou, constatando que os alunos da turma bilíngue estão a desenvolver uma própria consciência linguística, conseguindo estabelecer fronteiras claras entre as duas línguas.

Fonte: INFORPRESS

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Angola quer gestão cuidada das línguas maternas para prevenir conflitos linguísticos

img_0732O diretor do Instituto Nacional de Línguas de Angola, José Domingos Pedro, defendeu ontem (21) à agência Lusa, em Luanda, uma maior valorização, proteção e “gestão cuidada” das línguas maternas para “prevenir conflitos linguísticos”.

“Elas [língua portuguesa e línguas nacionais de Angola] estão condenadas a coabitar no mesmo espaço a entenderem-se e nós o que temos que fazer é uma gestão cuidada”, apontou o responsável, que falava à imprensa à margem de um ciclo de palestras sobre o Dia Internacional da Língua Materna, que se comemora a 21 de fevereiro.

O português, segundo José Pedro, é a língua materna em Angola de um terço da população e as línguas angolanas de origem africana constituem a língua materna da maioria da população.

“Não temos uma estatística concreta ou exata mas podemos dizer que a língua umbundo aparece com maior número de falante, seguida pelo quimbundo” admitiu, recordando que a política do Governo angolano, em torno das línguas, é de “equilíbrio linguístico entre a língua portuguesa e as línguas angolanas”.

A “complementaridade” entre o português e as línguas nacionais foi também destacada pelo responsável como necessária para evitar conflitos linguísticos.

A Lusa noticiou em 2016 que mais de sete milhões de angolanos falam pelo menos uma língua nacional em casa, sobretudo nas zonas rurais, apesar de o português ser a língua habitualmente mais falada em Angola (podendo ser ou não a língua materna), por cerca de 18 milhões de pessoas.

Os números resultam da análise aos dados definitivos do censo da população angolana realizado pelo Instituto Nacional de Estatística de Angola em 2014, tornados públicos dois anos depois, que colocam a língua nacional umbundo (centro e sul) como a segunda mais falada, por 22,96% da população, o equivalente a cerca de 5,9 milhões de pessoas.

Tendo em conta os dados do Censo, que concluiu que Angola tem mais de 25,7 milhões de habitantes, cada angolano pode falar mais do que uma língua nacional em casa, sendo o português falado por 71,15% de angolanos. Neste caso “com maior predominância nas áreas urbanas”, onde 85% da população fala a língua portuguesa, contra os 49% na área rural.

Os restantes 28,85% da população falam mais de 10 línguas nacionais, como o kikongo (norte) e o quimbundo (norte e centro litoral), cada uma destas faladas, respetivamente por 8,24% e 7,82% da população, de acordo com os dados do censo angolano.

No interior centro e norte é falada a língua chokwe (6,54%), enquanto no sul, entre as províncias do Cuando Cubango, Huíla e Cunene, pequenos grupos falam ainda as línguas nganguela (3,11%), kwanhama (2,26%) e muhumbi (2,12%).

No enclave de Cabinda, além do português, mais de 600.000 pessoas (2,39% da população angolana) falam a língua local fiote.

Algumas das línguas nacionais já são lecionadas nas escolas angolanas, inclusive com a disponibilização de material pedagógico, mas o processo depara-se com a falta de professores, conforme admitido pelo Governo.

Fonte: Redator com LusaDYAS/PVJ // EL

 

 

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

21 de fevereiro: Dia Internacional da Língua Materna

cartao

O dia internacional da língua materna foi instituído em 1999 na Conferência Geral da UNESCO. A data é comemorada todos os anos em todos os estados, membros da UNESCO e suas matrizes tem como objetivo promover o multilinguística e a diversidade cultural. O principal objetivo é promover a diversidade cultural linguística e alertar para as tradições linguísticas e culturais. Teve a sua origem no Dia do Movimento da Língua celebrado em Bangladesh desde 1952.

A língua materna língua adquirida de forma natural, através da interação com o meio envolvente, sem intervenção pedagógica e sem uma reflexão linguística consciente, também conhecida como língua nativa ou primeira língua, trata-se do primeiro idioma que aprende uma pessoa ou, por outras palavras, da língua que se fala num país, e que é relativa aos naturais/nativos do mesmo.

Em todo o mundo, existem quase 7 mil línguas conhecidas. Desse total, mais de 2500 estão ameaçadas, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e aproximadamente 200 desapareceram nas últimas décadas, segundo dados do Atlas Unesco das línguas em extinção no mundo. Acesse o Atlas, clique aqui

Fonte colaborativa: Unesco

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Inaugurada Escola Portuguesa com missão de divulgar e difundir a língua e a cultura portuguesa em Cabo Verde

aaaaescolaO primeiro-ministro português e seu homólogo cabo-verdiano inauguraram ontem (20), na Cidadela, arredores da Cidade da Praia, a Escola Portuguesa de Cabo Verde (EPCV) cuja missão é divulgar e difundir a língua e a cultura portuguesa em Cabo Verde.

Em declarações à imprensa, António Costa, considerou que depois da cimeira entre os governos de Portugal e Cabo Verde, a inauguração do EPCV foi o “momento simbolicamente mais importante”.

“Além de excelente trabalho e relacionamento político existente entre os governos e a assinatura de diferentes acordos celebrados, aquilo que marca a relação entre os dois países é a relação entre as nossas duas comunidades”, disse.

Para o primeiro-ministro português, essa relação assenta na partilha de uma “língua comum” que tem permitido desenvolver laços de amizade ao longo de muitos séculos e laços culturais muito profundos.

E se há algo que é “absolutamente estruturante” nesta relação, sustentou, é a educação e o ensino, pelo que considerou que era imprescindível a existência dessa escola portuguesa em Cabo Verde.

O chefe do governo cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, por seu lado, que se gabou de ter estado envolvido neste processo, que hoje se concretizou, desde a primeira hora, é muito importante que o país, que também faz parte da lusofonia, ganhe uma escola portuguesa.

“É gratificante saber que para além do terreno disponível se colocou empenho. A escola portuguesa estava no nosso desejo, há já muitos anos, e fazia-nos inveja ao ver que outros países do espaço lusófono tinha uma escola e nós não”, enfatizou.

Segundo Ulisses Correia e Silva, o arquipélago prima pela qualidade do seu sistema educativo e tudo o que possa “aportar a melhoria” do sistema de ensino desde o pré-escolar ao ensino superior.

Cabo Verde, garantiu, definiu como uma das grandes prioridades, para os próximos dez anos, fazer com que o suporte do desenvolvimento do país seja efectivamente o seu capital humano a começar pelas crianças.

Para que isso aconteça, afiançou, vai-se integrar o sistema pré-escolar no sistema integral do ensino, fazendo com que os estudantes começam a ensinar e a aprender desde bem cedo línguas, incluindo 12 anos do ensino de português.

Neste particular, indicou que a cimeira celebrou um protocolo para assistência técnica e pedagógica a introdução e desenvolvimento da língua portuguesa.

O governante português encontra-se em Cabo Verde para participar na IV Cimeira Luso-Cabo-Verdiana.

Fonte: inforpress.publ.cv

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Simpósio: “Futuro Português – O futuro da língua portuguesa na Europa”

futuroDe acordo com o Observatório da Emigração, mais de 2,300,000 portugueses vivem atualmente no estrangeiro, a grande maioria residente em países europeus. Este simpósio serve para discutir o futuro da língua portuguesa na Europa, e particularmente nos dois principais países de destino da emigração portuguesa: Reino Unido e França.

O programa científico abordará o panorama atual do ensino do português nas escolas e universidades do Reino Unido e França. Saiba mais, clique aqui

Fonte: Plataforma9

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

União Europeia abre concurso de curtas para PALOP e Timor Leste

palopAngola, Jovens cineastas de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste podem candidatar-se ao concurso de curtas-metragens aberto pela União Europeia a 10 de Fevereiro e cujo prazo de candidaturas segue até 26 de Março. Saiba mais , clique aqui

 

Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário

Prêmio Camões para Raduan Nassar

nassarConsiderada a mais importante distinção da Língua Portuguesa, o Prêmio Camões de Literatura foi entregue  ontem(17) de fevereiro, em solenidade no Museu Lasar Segall, em São Paulo, Brasil.

O objetivo do prêmio é consagrar anualmente um autor da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e, na edição 2016, Raduan Nassar foi o grande vencedor.

 O paulista Raduan Nassar, autor de obras célebres como Lavoura Arcaica (1975) e Um Copo de Cólera(1978), é um dos grandes expoentes da literatura brasileira. Nesta edição, o prêmio foi de 100 mil euros.

Em seus agradecimentos, Nassar fez um discurso contundente a respeito da situação política no Brasil.

Criado em 1988, o prêmio foi instituído pelo Protocolo Adicional ao Acordo Cultural entre os governos português e brasileiro, representados, respectivamente, pela Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas/Secretaria de Estado da Cultura (Portugal) e pela Fundação Biblioteca Nacional/MinC (Brasil). De acordo com a diretora do Centro de Difusão e Cooperação da Biblioteca Nacional brasileira, Maria Eduarda Marques, o prêmio é o reconhecimento do grande patrimônio comum que une os países, que é a Língua Portuguesa.
“Brasil e Portugal se uniram para fazer esse prêmio, que já consagrou grandes nomes da literatura brasileira, portuguesa e africana, como João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, José Saramago e Pepetela, entre outros.
Fonte colaborativa: Minc
Publicado em Uncategorized | Publicar um comentário