Ministros recebem projetos do IILP durante a X Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP.

X Conferencia

Em entrevista durante a  X Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP,  que está sendo realizada em Díli, Timor-Leste, o Diretor Executivo do IILP  faz um balanço das atividades do Instituto, aponta um caminho para que a  CPLP abarque a questão da língua portuguesa dentro da perspectiva do crescente interesse de novos países em serem observadores associados  e deixa sua mensagem de encerramento do seu mandato na direção executiva do IILP.

gilvan na cimeira     http://new.livestream.com/accounts/2745131/events/3175678/videos/57281429

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Português será ensinado nas escolas primárias da Guiné Equatorial.

X Conferencia​O governo da Guiné Equatorial promete que o ensino do português será implementado nas escolas primárias, faltando agora a validação técnica do projeto de ensino, no âmbito do processo de entrada na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Em entrevista à Lusa, Isabel Oyono, embaixadora de carreira e coordenadora da Comissão Nacional da CPLP na Guiné Equatorial, explicou que o “ministério de educação já elaborou um programa curricular de ensino até à universidade”, faltando agora o apoio de técnicos para validar o modelo e formar professores.

O IILP  esteve na Guiné Equatorial, entre Malabo e Ilha da Annobón, com uma equipe formada por três investigadores, que fizeram um levantamento sobre os falantes do crioulo de raiz portuguesa falado naquele país.

De acordo com o diretor executivo do IILP, esta investigação, foi a primeira ação prevista no Protocolo de Cooperação Técnica entre o instituto e a Guiné Equatorial, assinado a 07 de fevereiro do ano de 2012, em Lisboa. O referido protocolo aponta também a realização em Malabo (capital da Guiné Equatorial) de um seminário nacional de política linguística, para fins de regulamentação  da presença do português no sistema educativo e na comunicação social.

A Língua Portuguesa tornou-se oficial na Guiné Equatorial no ano de 2011, a par do espanhol e do francês.

Fonte colaborativa: Público PT
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X Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

X ConferenciaA  X Conferência de Chefes de Estado e de Governo dos países de Língua Portuguesa (CPLP) que está sendo realizada em Díli,  Timor-Leste, arrancou no último dia 18 com a reunião dos Pontos Focais de Cooperação (RPFC) .

Organizada pela República Democrática de Timor-Leste, esta é a primeira cimeira da CPLP que se realiza no continente asiático.

O ponto alto do encontro será  a  Conferência, na quarta-feira, dia 23 de julho, dedicada ao tema “A CPLP e a Globalização”. O Primeiro-Ministro de Timor-Leste, Kay Rala Xanana Gusmão, irá abordar este tópico, delineando as prioridades da Presidência de Timor-Leste, que dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelas Presidências anteriores, e que inclui a cooperação empresarial e econômica, a promoção de parcerias e a partilha de tecnologia e conhecimento. Também, reuniões, fóruns e eventos  terão  lugar durante toda esta semana, incluindo um seminário sobre “Globalização Econômica e Oportunidades de Investimento: a CPLP e a Região Ásia-Pacífico”.

A CPLP foi criada em 1996 como um fórum multilateral para o aprofundamento das relações mútuas de amizade e cooperação entre os seus membros. Composta por oito Estados-membros, a comunidade integra cerca de 240 milhões de pessoas. Este ano, Timor-Leste assume a responsabilidade da Presidência Rotativa da CPLP, um cargo com a duração de dois anos. A passagem oficial da Presidência de Moçambique para Timor-Leste irá ter lugar na quarta-feira.

O encontro também será  marcado pelo  regresso da Guiné-Bissau, suspensa desde o golpe de Estado de 2012, e pela possível entrada da Guiné Equatorial na comunidade.

Acompanhe a X Conferência pelo canal da CPLP, clique aqui

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Mais observadores na CPLP.

CplpNamíbia, Geórgia e Turquia poderão entrar como observadores associados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na cimeira em Díli, na quarta-feira, um retrato da globalização de que a organização não se pode excluir, defende o secretário executivo.

Os chefes de Estado e de Governo reunidos na X cimeira poderão ainda analisar o pedido do Japão para obter o mesmo estatuto, depois de este país ter também formalizado a proposta.

A Guiné Equatorial e a ilha Maurícia foram os primeiros países a receber este estatuto, em 2006, e mais tarde foi a vez do Senegal.

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IILP está ativo e realizou projetos importantes .


Gilvan de Oliveira no Centro Cultural Equato-Guineano (2)O Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) está ativo e já completou projetos de grande importância nos últimos anos, apesar da imagem obsoleta que ainda persiste sobre a organização, disse hoje o seu diretor executivo.

“Eu penso que as pessoas têm o hábito de transferir ideias do passado para o presente, porque o IILP esteve muito tempo em dificuldades, inativo, [mas] eu não avaliaria que seja esta situação hoje em dia”, declarou à Lusa Gilvan Müller de Oliveira.

O Instituto Internacional da Língua Portuguesa é uma estrutura da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), que goza de personalidade jurídica e é dotada de autonomia científica, administrativa e patrimonial, tendo sido a sua criação oficializada em 1989. No entanto, só começou a funcionar dez anos depois.

De acordo Gilvan Müller de Oliveira, que é também linguista, “muitas pessoas continuam com uma imagem do IILP já um tanto obsoleta”.

“O IILP não é uma instituição mandatada para ter sedes no exterior a ensinar o português”, sublinhou o brasileiro.

O instituto, de acordo com o diretor executivo, “é um espaço de concertação de políticas linguísticas multilaterais, que diz respeito àquelas políticas que os Estados membros consideram que precisam ser multilaterais”.

De acordo com Müller de Oliveira, é preciso lembrar que o IILP “recebeu o seu primeiro instrumento de ação aprovado, a nível de chefes de Estado e de Governo, apenas em 2010″ com o Plano de Ação de Brasília para a promoção, a difusão, e a projeção da língua portuguesa.

“A partir daí, o IILP pode então se organizar ou de captar recursos externos, como os fundos para os ACP (países da África, Caraíbas, Pacífico) da União Europeia (UE), captamos 100 mil euros, foi a primeira captação que fizemos”, argumentou.

Gilvan Müller de Oliveira referiu que o IILP conseguiu executar dois projetos principais, que são o portal do professor de português língua estrangeira – língua não materna e o vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa (VOC).

“Nós temos neste momento cinco vocabulários ortográficos nacionais prontos, quatro dos quais (Brasil, Portugal, Moçambique e Timor-Leste) já integrados e prontos para a consulta dos cidadãos e um que será entregue agora na cimeira [dos chefes de Estado e Governo da CPLP, no dia 23, em Díli], o de Cabo Verde”, afirmou.

Entretanto, o Acordo Ortográfico está a ser contestado por vários setores nos países lusófonos e, inclusivamente, não foi ratificado por Angola e Moçambique.

O diretor executivo disse que o IILP deve procurar outras formas de captação de recursos, como fazem as demais instituições modernas, para além do orçamento anual obrigatório dos Estados membros (somente 247 mil euros) da CPLP.

O orçamento do IILP também sofre com os atrasos e faltas de pagamentos dos Estados membros, estando acumulada uma dívida de cerca de 500 mil euros, tendo sido este um dos grandes problemas deste a criação do instituto.

Como uma possível solução, foi apresentado pelo IILP ao comité de concertação permanente do bloco lusófono o projeto de criação de escritórios regionais do Instituto Internacional da Língua Portuguesa em São Paulo, Lisboa e Díli, que ajudariam nesta captação de recursos suplementares.

Para o professor catedrático José Adelino Maltez, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa, as instituições que estão ligadas à CPLP, como o IILP, desenvolvem-se ao mesmo ritmo do bloco lusófono, que vai lançando pilares ténues num “tempo longo e que não produz realizações significativas” nos seus vários domínios.

“Vive-se num mundo muito agressivo e a existência deste espaço de diálogo (CPLP), mesmo que não produza frutos imediatos, sempre lança bases de cooperação”, como acontece no IILP e outras instâncias da organização, segundo o professor.

José Adelino Maltez referiu que é necessário um maior desenvolvimento da política externa dos países da CPLP no âmbito mundial, a resolução de problemas internos (sobretudo ente Brasil e Angola) e tornar a organização mais parecida com as existentes atualmente, com a possibilidade de um alargamento a nações mais distantes da sua matriz base.

Fonte: CSR // PJA – Lusa/fim – 
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Promoção da língua portuguesa reforçada com presidência timorense.

O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, afirmou numa intervenção, enviada hoje à agência Lusa, que a promoção da língua portuguesa vai sair reforçada durante a presidência timorense da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 Xanana

 

“Aproveito para salientar que a promoção desta língua oficial irá sair reforçada durante a presidência timorense”, afirmou Xanana Gusmão, numa intervenção proferida quarta-feira durante a Conferência Científica Internacional dedicada ao tema “Investigação, Educação, Cooperação e Desenvolvimento nos Países de Língua Oficial Portuguesa”.

Na conferência, Xanana Gusmão explicou que a presidência timorense da CPLP vai incidir na concertação política e diplomática, na cooperação e na promoção da língua portuguesa.

“Importa mencionar que Timor-Leste pagou caro o preço da sua pertença a esta língua que foi também a língua da resistência. A proibição do seu uso, por mais de duas décadas, teve um grande impacto na evolução da nova geração e nos nossos sistemas de educação”, sublinhou.

Por essa razão, explicou, o “português nunca deixou de ser língua oficial de Timor-Leste” mas “nunca foi a língua da maioria da população”.

“Por razões óbvias, ficou para trás nos esforços de generalização da apropriação pelos seus cidadãos. De todos os Estados-membros, Timor-Leste é o mais deficitário na variável do uso e domínio desta língua”, reconheceu o primeiro-ministro timorense.

Para o primeiro-ministro de Timor-Leste, a língua portuguesa é um “instrumento de identidade geopolítica”, que cada vez mais vai se tornando numa língua de ciência e tecnologia em “franco crescimento e apta para competir no mercado do trabalho e do saber”, com mais de 250 milhões de falantes.

“Iremos, portanto, prosseguir os esforços e promover novas iniciativas no sentido de reforçar e promover a posição da língua portuguesa no sistema mundial, incluindo esforços de âmbito nacional, com a expansão do ensino da língua nas escolas de ensino privado, incluindo as escolas católicas e as universidades privadas”, disse.

Xanana Gusmão afirmou também que a presidência timorense da CPLP pretende fortalecer o Instituto Internacional da Língua Portuguesa e explorar “novas parcerias” para promover a língua.

“A presidência timorense vai organizar em Díli, em 2016, a Terceira Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial, continuando a dar ênfase à promoção e difusão da língua portuguesa, através de estratégias globais”, anunciou Xanana Gusmão.

No âmbito do eixo da concertação político e diplomática, o chefe do Governo disse que a presidência da CPLP de Timor-Leste vai “contribuir naquilo que for possível para o processo de estabilização da Guiné-Bissau”.

“Acreditamos que com os outros parceiros da CPLP podemos, cumprindo os mais altos valores da solidariedade internacional, apoiar a consolidação dos ganhos já alcançados neste países irmãos”, afirmou.

Em relação à cooperação, Xanana Gusmão explicou que  vai  dar continuidade e apoiar projetos de cooperação na área de desenvolvimento, através da aposta em setores que visem o crescimento econômico.

Fonte: RTP – Lusa
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Exame de língua portuguesa para estrangeiros tem inscrições abertas.

celpe-brasA partir desta quarta-feira (16), estão abertas as inscrições para o Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras). O prazo termina no dia 14 de agosto próximo. Saiba mais, clique aqui

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