Agende-se!

De 06 a 07 de novembro, acontece o SIMPÓSIO SIPLE 2014.

siple

O SIMPÓSIO SIPLE 2014 terá como local de abrigo a Universidade Estadual de Londrina, na cidade de Londrina, no Paraná, Brasil, tem como objetivo fundamental congregar professores, pesquisadores e estudantes do Brasil e do exterior para debater o tema da avaliação como elemento integrador entre o ensino e a aprendizagem de PFOL. A partir desse tema gerador, diferentes perspectivas de discussão serão promovidas, com o intuito de refletir sobre a importância da formação do professor avaliador.

O Evento contará com a presença  da Professora Doutora Marisa Mendonça, da Universidade Pedagógica de Moçambique, que fará a conferência de encerramento sobre o tema “Um panorama da expansão do mundo lusófono sob o espectro do ensino-aprendizagem-avaliação de PFOL“. Marisa Mendonça assumirá a  Direção Executiva do IILP,no próximo mês de outubro.

As inscrições vão  até 17 de agosto de 2014 no site: www.siple.org.br

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Administração da Angop promoverá formação em línguas estrangeiras.

angoopO Conselho da Administração da Agência Angola Press (Angop) prevê promover ainda este ano, uma formação sobre línguas estrangeiras para os profissionais da instituição, anunciou hoje, segunda-feira, no Luena, o administrador para área Técnica, Expansão e Modernização, Manuel Luzito André. Saiba mais, clique aqui

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Lançada edição online da revista do I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do Mercosul (I GELF).

IGELFDivulgamos a publicação online da revista do I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do Mercosul (I GELF).

O I GELF foi uma iniciativa idealizada pelo Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), com sede em Cabo Verde-África, e pela União Latina, sediada em Paris. Realizado entre os dias 20 e 22 de julho de 2011, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Foz do Iguaçu-PR na tríplice fronteira, reuniu especialistas de seis países diferentes para ministrar palestras a partir de experiências amplamente diversas, contribuindo, desta forma, para uma discussão coerente das questões que se interpõem à gestão da educação linguística das fronteiras.

Acesse a Revista, clique aqui

Fonte: e-ipol
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Tecnologia digital para preservar os jornais portugueses do Havaí.

No Havaí, Estado norte-americano situado em meio ao Oceano Pacífico, há uma comunidade lusófona e lusodescendente de cerca de 60 mil habitantes – 4,3% da população, de acordo com o Censo dos Estados Unidos da América.

CaptureCNo século XIX, quando havia o então Reino do Havaí, já estava instalada uma ativa comunidade portuguesa. Vindos dos Açores e da Madeira, eles levaram ao meio do Pacífico as malassadas, o pão doce parecido com as filhós, e o ukulele, instrumento musical de cordas semelhante ao cavaquinho. Duas manifestações culturais portuguesas vistas pelo mundo como genuinamente havaianas.

Essa comunidade portuguesa atravessou metade do planeta e chegou ali a publicar vários jornais com notícias em Língua Portuguesa.

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Como a tecnologia auxilia o aprendizado e a preservação das línguas faladas no mundo.

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Este artigo foi escrito por Allyson Eamer, uma estudiosa de sociolinguística do Instituto de Tecnologia da Universidade de Ontário. A versão original do post foi publicada no blog do Ethnos Project

Entre as línguas ameaçadas de desaparecimento no mundo, uma acaba extinta de cada dez a quatorze dias. Na luta para salvá-las de total desaparecimento, falantes, estudiosos e especialistas em tecnologia da informação colaboram para pesquisar formas de uso da tecnologia digital para revitalizar uma língua.

As línguas tornam-se vulneráveis à extinção com o tempo, na medida em que seus falantes gradualmente passam a usar uma outra língua possuidora de maiores poderes político e econômico. Frequentemente, essa mudança ocorre em consequência de uma visão colonialista e expansionista, que assiste aos povos indígenas, culturas e terras cederem lugar aos formadores de império.

Notadamente, alguns acadêmicos não se incomodam com o que poderia ser chamado de “Darwinismo linguístico” ou a sobrevivência da língua mais apta. Eles podem usar como argumento a questão: Não seria mais fácil se todos usássemos a mesma língua?

Eu não vou elaborar em como uma língua codifica uma visão única do mundo; como o vocabulário de uma língua revela os valores de um povo que a utiliza; como o conhecimento empírico está embutido de características linguísticas; e como a arte, história, cultura, economia, identidade e a forma de exprimir-se são intrinsecamente ligadas. Em vez disso, eu vou continuar com o pressuposto de que, assim como eu, você acredita que a perda de uma língua é uma tragédia e que os povos indígenas do mundo  já perderam mais do que o suficiente.

A tecnologia pode conectar professores e conteúdos com estudantes atravessando tempo e espaço. Ela pode documentar e gravar a fala de línguas ameaçadas. Também pode produzir e distribuir com facilidade e rapidez materiais e currículos. A tecnologia pode facilitar o estudo independente por meio de jogos, downloads ou aplicativos. Ela pode conectar professores e estudantes de línguas em aprendizagem de uma via ou de aprendizagem em grupos.

Mentes avançadas estão se utilizando dos poderes inéditos da tecnologia para resgatar línguas que estão à beira de extinção e, em casos raros, para ressuscitar uma língua já extinta.

Seguem abaixo alguns exemplos de formas em que a tecnologia digital vem sendo utilizada nesses esforços:

Europa

América do Norte

    • Um CD-Rom foi desenvolvido com um curso de autoaprendizagem de navajo, língua amerígena falada no sudoeste dos Estados Unidos.
    • Estudantes de cherokee, falado no centro-sul dos Estados Unidos, podem se comunicar num mundo virtual.
    • Os falantes do ojibwe de Manitoba, no Canadá, estão utilizando um aplicativo de iPhone para revitalizar a sua língua, assim como os falantes de Winnebago, no meio-oeste dos Estados Unidos.

África

América Central e América do Sul

Ásia

Ártico

.Oriente Médio

Pacífico

[Os links neste artigo conduzem a páginas em inglês, exceto quando outro idioma for indicado].

Para maior atualizações das tecnologias de educação de línguas indígenas, consulte o site com conteúdo de curadoria de Allyson Eamer.

Fonte: Global Voices
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Lançada edição número 4 da Platô.


large-939340-1A Platô Revista do Instituto Internacional da Língua Portuguesa lança hoje o seu número 4.

Os textos apresentados colocam em evidência a atual gestão da língua por instituições como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Fórum de Macau, a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) ou o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e tratam de iniciativas que vêm sendo implementadas em âmbitos regionais e por agências especializadas para a valorização do português em particular e do multilinguismo em geral. São reveladores da visão que cada organização tem sobre o valor da língua como ativo diplomático e econômico, bem como das diferentes estratégias que cada uma desenvolve.

 Os organizadores enfatizam que a presença e a oficialidade da língua portuguesa nas organizações internacionais é, ao mesmo tempo, uma necessidade para a plena participação da nossa comunidade linguística no funcionamento do sistema decisório global e um sintoma do peso e da relevância desta mesma comunidade no mundo.

 Esse número 4 fecha a sequência de publicações dos resultados da série de Colóquios organizados pelos IILP e que tematizaram variados contextos e políticas envolvendo a língua portuguesa, a saber: a diversidade linguística no seio da CPLP, isto é, a situação e as políticas dos Estados Membros para com as 390 línguas faladas nos seus territórios e que coabitam com o português (Colóquio Internacional de Maputo, Platô número 1); a língua portuguesa nas diásporas (Colóquio Internacional da Praia, Platô número 2) e a língua portuguesa na Internet e no Mundo Digital (Colóquio Internacional de Guaramiranga, Platô número 3).

Encerrada essa fase, a Platô passa a contemplar propostas temáticas e chamadas abertas.  O próximo número, a ser lançado em breve, tratará do Ensino das Línguas Portuguesa e Chinesa, publicando assim relevantes discussões sobre esse tema ocorridas em Macau. Acesse a revista, clique aqui

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Índia-Brasil: Diálogos II.

indiaDentro do Programa de Estudos Indianos, nos dias 5 a 7 de novembro de 2014, vai acontecer na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, um encontro de intelectuais e pesquisadores brasileiros e indianos com o propósito de discutir a realidade da interação acadêmica entre os dois países. Saiba mais, clique aqui

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