A fala privada e a fala interna

Um objeto de investigação árduo mas ao mesmo tempo desafiador e fascinante que tem sido preterido pela área da linguística, da linguística aplicada e pela psicologia, será discutido no I ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS E A TEORIA SÓCIO-HISTÓRICO-CULTURAL E DA ATIVIDADE: O RESGATE DO DIÁLOGO. Leia mais em http://levyg.wordpress.com/

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O IILP no dia de África

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Filmes e documentários imperdíveis estão no ar

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A“Advocacia nas constituições dos Países de Língua Portuguesa”

A União dos Advogados de Língua Portuguesa (UALP) vai realizar  de 24 a 26 do corrente, em Luanda, o II Congresso Internacional  a “Advocacia, Estado de Direito e Desenvolvimento”.

Durante o evento  serão temas de discussão a “Advocacia nas constituições dos Países de Língua Portuguesa”, “O Sistema da Commonwealth e a cooperação com a Advocacia de língua portuguesa”. Ainda, estarão em pauta  a “A Advocacia e a Reforma no Judiciário”, “Prerrogativas do Advogado – direito do cidadão”, a “Advocacia e o ensino do direito – qualidade e oportunidades”, “O sigilo profissional, relação de confiança advogado/cliente e os crimes de capitais e financiamento ao terrorismo”,

No congresso participarão delegações do Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Portugal, Timor-leste. Também foram convidados os presidentes  da ordem dos advogados   do Congo-Brazzaville, da Rdcongo, Namíbia, Zâmbia, Guiné Equatorial, e da Guiné-Conakry, além de representantes da União Internacional de Advogados e da SADC LAW Association, entre outras individualidades.

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Prêmio Camões vai para paranaense

Dalton Trevisan vence a 24ª edição do Prêmio Camões, concedido pelo governo de Portugal.

O escritor paranaense Dalton Trevisan, 86 anos, é o vencedor da 24ª edição do Prêmio Camões, concedido pela Direção-Geral dos Livros e das Bibliotecas de Portugal. O nome de Trevisan foi anunciado hoje (21) pelo secretário (o equivalente a ministro) da Cultura de Portugal, Francisco José Viegas. O estilo de Trevisan é marcado por contos e pela linguagem concisa e direta.

Trevisan é autor de vários livros, como Vozes do Retrato – Quinze Histórias de Mentiras e Verdades (1998), O Maníaco do Olho Verde (2008), Violetas e Pavões (2009), Desgracida (2010) e O Anão e a Ninfeta (2011). O Vampiro de Curitiba (1965) é uma das suas obras mais conhecidas.

O Prêmio Camões, instituído em 1988 e concedido há 24 anos, foi criado para intensificar e complementar as relações culturais entre o Brasil e Portugal e conta com a adesão de outros Estados da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP).

O valor do prêmio é 100 mil euros, o equivalente a US$ 127,2 mil, pagos em partes iguais pelos governos do Brasil e de Portugal. O júri é formado por seis pessoas: dois representantes do Brasil, dois de Portugal e dois de países que adotam o português como língua oficial.

A Fundação Biblioteca Nacional, vinculada do Ministério da Cultura, é responsável pela parte brasileira do Prêmio Camões – trabalho que inclui a indicação de membros do júri e o pagamento da premiação.

Edição: Juliana Andrade

Repórter: Renata Giraldi

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A constitucionalidade da língua portuguesa no Timor-Leste

O Presidente timorense, Taur Matan Ruak, sugeriu hoje em Díli que o português seja ensinado como língua estrangeira, mas garantiu se manterá como língua oficial, constitucionalmente consagrada.

“Permitam-me que faça um reparo crítico mas com genuíno espírito construtivo. O ensino do português em Timor-Leste tem de ser faseado. Nesta fase e, para que dentro de uma década o panorama linguístico esteja alterado, o ensino de português deve assumir características de língua estrangeira”, disse Taur Matan Ruak para quem o português não pode nem deve ser administrado como língua mãe.

Taur Matan Ruak falava na receção oferecida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que se encontra em visita de Estado ao país, à comunidade portuguesa em Timor-Leste na Escola Portuguesa Ruy Cinatti, onde estudam os filhos do novo chefe de Estado. “Acredito que esta alteração no método de ensino poderá beneficiar os resultados e mostrar maior eficácia”, afirmou, salientando que em Timor-Leste também é preciso fazer mais esforços para que não haja contradições sobre uma opção claramente assumida.

Fonte: agência Lusa

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Dicas para estímular as crianças a usar o português em casa

De acordo com Ana Paula Fukushiro, professora de Fonoaudiologia na Universidade São Paulo, o processo de aquisição da fala encerra-se até os sete anos. Dessa forma, crianças nascidas no Brasil e que permaneceram no país até dois ou três anos de idade terão menos probabilidade de esquecer os sons da língua portuguesa.

“Mas o processo deve ser reforçado, falando-se bastante português dentro de casa para que se nalize o processo fonológico”, diz a especialista. Já os filhos de brasileiros nascidos no Japão terão estímulo das duas línguas. Segundo Ana Paula, nesses casos, o reforço deve ser mais intenso. “Manter o contato com outras famílias brasileiras e promover a interação entre as crianças (que serão outros modelos) ajuda no processo. Os pais podem ainda inventar brincadeiras com os sons mais difíceis”, diz a fonoaudióloga.

Dicas da Especialista

Não corrija a criança dando broncas. O melhor é mostrar o correto. Quando a criança disser: “Mãe, quero uma ‘bixicureta’, a mãe deve responder pausadamente: “Ah, uma bi-ci-cle-ta?”. Recursos audiovisuais podem ajudar. Programas de TV brasileiros, CDs, vídeos enviados por familiares e internet podem ajudar a se habituar com os sons da língua. Tenha paciência. Esse é um trabalho diário e um processo contínuo. A criança deve também entender a importância de conhecer e falar português. Não force. Sílabas como “si” e “la” são aprendidas geralmente a partir dos três anos. Não adianta obrigar a emitir esses sons antes do tempo.

Preguiça ou dificuldade? É importante identificar quando a criança tem dificuldade com o idioma e quando tem preguiça de utilizá-lo. Ana Paula indica que, nesse último caso, a mãe pode dizer: “Não entendi o que você disse”, para que a frase seja repetida sem utilizar palavras ou pronúncia do idioma japonês.

Recorra a um profissional. Essa é a melhor saída, mas ainda são poucos os fonoaudiólogos
brasileiros no Japão. As escolas brasileiras também não contam com esses especialistas para dar suporte às crianças que migram da escola japonesa para a brasileira. “O fonoaudiólogo japonês pode ajudar somente se tiver influência na língua portuguesa, o que é muito raro. Caso contrário, o profissional terá as mesmas dificuldades da criança na produção de determinados sons”, explica Ana Paula.

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