FESTILIP homenageia Nelson Rodrigues

images (3)A Feira Internacional de Teatro de Língua Portuguesa (FESTLIP), que decorre de 21 de setembro a 2 de outubro no Rio de Janeiro, celebra o dramaturgo Nelson Rodrigues com montagens inéditas de Angola, Cabo Verde e Portugal.

“O FESTLIP – Festival Internacional de Teatro da Língua Portuguesa dedica ao homenageado, pela primeira vez, todo o conteúdo desta oitava edição – entre peças, workshops, palestras, exposição de fotos, show, evento gastronómico e ainda uma inédita mostra de cinema”, lê-se num comunicado da organização.

A Talu Produções e Marketing descreveu, na nota, o dramaturgo, jornalista e escritor Nelson Rodrigues (1912-1980) “como “genial, maldito, imoral e pornográfico” e um homem que esteve “à frente de seu tempo e redefiniu o teatro brasileiro, tornando-se na sua maior e mais influente referência”.

“O FESTLIP 2016 permitir-nos-á uma aproximação mais íntima da nossa cultura com o mundo, já que a dramaturgia de Nelson retrata, sem pudor, temas tão polémicos numa sociedade”, afirmou Tânia Pires, idealizadora do festival.

A também atriz e produtora adiantou que o festival permitirá desvendar “como países de culturas tão diversificadas encaram uma obra tão brasileira e, ao mesmo tempo, universal quanto a dele”.

“A mulher sem pecado”, a primeira peça do dramaturgo, subirá ao palco com o grupo angolano Elinga Teatro, enquanto o grupo Raiz di Polon, de Cabo Verde, fará “uma leitura original de Nelson Rodrigues ao transpor para o universo da dança a sua última peça, “A serpente’”, segundo a organização.

Já a companhia portuguesa Teatro da Garagem fará um espetáculo inédito, com a peça “A vida como ela é”, criada a partir de crónicas do homenageado pela encenadora e atriz portuguesa Maria João Vicente, que também leciona uma oficina para os atores participantes do festival.

“A falar que a gente se entende” resultará numa co-produção internacional entre o Teatro da Garagem e a Talu Produções.

O grupo cabo-verdiano Raiz di Polon organizará ainda umworkshop para ensinar “os passos da dança contemporânea africana inspirados na dramaturgia rodrigueana” e ainda participará num evento para despertar a linguagem corporal através da dança nos jovens, adiantou a organização.

Pela primeira vez, o festival inclui uma mostra de cinema, levando quatro clássicos brasileiros sobre a obra de Nelson Rodrigues.

A 8.ª edição do evento conta também com um debate para analisar o impacto e a força da dramaturgia rodrigueana e uma exposição de ‘gifs’ de nudes, criados pelo diretor Ismael Lito a partir de cenas, frases e citações de Nelson Rodrigues.

O encenador angolano José Mena Abrantes vai estar numa palestra “traçando um paralelo entre o teatro ocidental e o teatro africano”, contando “um pouco do perfil do consumidor da arte africana e sua resistência em não sucumbir ao imperialismo ocidental”, lê-se na nota da organização.

Na área musical, “o som caberá à Festa Tupiniquim, com um repertório integralmente dedicado às trilhas dos filmes rodrigueanos”, segundo o comunicado.

Já a Mostra Gourmet, desta vez, de acordo com os organizadores, “troca os sofisticados pratos de restaurante pelas comidinhas de boteco [bar], com um menu criado a partir dos petiscos preferidos do escritor e jornalista, além de outros inspirados na sua dramaturgia”.

O FESTLIP contabiliza desde a sua primeira edição um público de quase 280 mil pessoas.

A Feira Internacional de Teatro de Língua Portuguesa (FESTLIP), que decorre de 21 de setembro a 2 de outubro no Rio de Janeiro, celebra o dramaturgo Nelson Rodrigues com montagens inéditas de Angola, Cabo Verde e Portugal.

“O FESTLIP – Festival Internacional de Teatro da Língua Portuguesa dedica ao homenageado, pela primeira vez, todo o conteúdo desta oitava edição – entre peças, workshops, palestras, exposição de fotos, show, evento gastronómico e ainda uma inédita mostra de cinema”, lê-se num comunicado da organização.

A Talu Produções e Marketing descreveu, na nota, o dramaturgo, jornalista e escritor Nelson Rodrigues (1912-1980) “como “genial, maldito, imoral e pornográfico” e um homem que esteve “à frente de seu tempo e redefiniu o teatro brasileiro, tornando-se na sua maior e mais influente referência”.

“O FESTLIP 2016 permitir-nos-á uma aproximação mais íntima da nossa cultura com o mundo, já que a dramaturgia de Nelson retrata, sem pudor, temas tão polémicos numa sociedade”, afirmou Tânia Pires, idealizadora do festival.

A também atriz e produtora adiantou que o festival permitirá desvendar “como países de culturas tão diversificadas encaram uma obra tão brasileira e, ao mesmo tempo, universal quanto a dele”.

“A mulher sem pecado”, a primeira peça do dramaturgo, subirá ao palco com o grupo angolano Elinga Teatro, enquanto o grupo Raiz di Polon, de Cabo Verde, fará “uma leitura original de Nelson Rodrigues ao transpor para o universo da dança a sua última peça, “A serpente’”, segundo a organização.

Já a companhia portuguesa Teatro da Garagem fará um espetáculo inédito, com a peça “A vida como ela é”, criada a partir de crónicas do homenageado pela encenadora e atriz portuguesa Maria João Vicente, que também leciona uma oficina para os atores participantes do festival.

“A falar que a gente se entende” resultará numa co-produção internacional entre o Teatro da Garagem e a Talu Produções.

O grupo cabo-verdiano Raiz di Polon organizará ainda umworkshop para ensinar “os passos da dança contemporânea africana inspirados na dramaturgia rodrigueana” e ainda participará num evento para despertar a linguagem corporal através da dança nos jovens, adiantou a organização.

Pela primeira vez, o festival inclui uma mostra de cinema, levando quatro clássicos brasileiros sobre a obra de Nelson Rodrigues.

A 8.ª edição do evento conta também com um debate para analisar o impacto e a força da dramaturgia rodrigueana e uma exposição de ‘gifs’ de nudes, criados pelo diretor Ismael Lito a partir de cenas, frases e citações de Nelson Rodrigues.

O encenador angolano José Mena Abrantes vai estar numa palestra “traçando um paralelo entre o teatro ocidental e o teatro africano”, contando “um pouco do perfil do consumidor da arte africana e sua resistência em não sucumbir ao imperialismo ocidental”, lê-se na nota da organização.

Na área musical, “o som caberá à Festa Tupiniquim, com um repertório integralmente dedicado às trilhas dos filmes rodrigueanos”, segundo o comunicado.

Já a Mostra Gourmet, desta vez, de acordo com os organizadores, “troca os sofisticados pratos de restaurante pelas comidinhas de boteco [bar], com um menu criado a partir dos petiscos preferidos do escritor e jornalista, além de outros inspirados na sua dramaturgia”.

O FESTLIP contabiliza desde a sua primeira edição um público de quase 280 mil pessoas.

Fonte: Observador

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