Na agenda da AJM: promover o português para aumentar a competitividade da população jovem

jovensPromover a aprendizagem do Português e contribuir para a consolidação de Macau como plataforma sino-lusófona são vertentes prioritárias para a Associação dos Jovens Macaenses, garantiram os seus dirigentes em encontros com Edmund Ho, DSEJ e Fundação Macau.

A Associação dos Jovens Macaenses (AJM) pretende “promover a generalização de aprendizagem da língua portuguesa”, como forma de “elevar a competitividade da população jovem”. A garantia foi dada pelos presidentes da Direção e Assembleia Geral, respectivamente Jorge Valente e Duarte Alves, e pelo vice-presidente da Assembleia Geral, António Almeida, num encontro com o Vice-Presidente do Comité Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Edmund Ho.

No âmbito das rondas de contatos, a AJM também visitou a Fundação Macau, onde trocou opiniões sobre a divulgação da “cultura da língua portuguesa” com Zhong Yi Seabra de Mascarenhas, membro do Conselho de Administração, e Rebeca Leong In Tun, chefe da Divisão de Subsídios. De acordo com uma nota da associação, Zhong Yi Seabra de Mascarenhas indicou que a “AJM pode contribuir, com o seu privilégio linguístico, para promover a cultura do bilinguismo” e desenvolver o papel de Macau como plataforma sino-lusófona.

A ideia mereceu a concordância dos representantes da Associação dos Jovens Macaenses sublinhado num encontro com responsáveis dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), incluindo a directora Leong Lai, o subdirector Lou Pak Sang, tendo Jorge Valente lamentado o fato de haver “menos jovens, macaenses ou não, da geração destes últimos 15 anos”, a dominarem a língua portuguesa, apesar de viverem numa “cidade que se caracteriza pela cultura mista luso-chinesa e onde o bilinguismo não deixa de ser um fator importante”. Por isso, apontou a necessidade de promoção do ensino da língua portuguesa junto da população desde tenra idade.

 Os representantes da AJM ainda fizeram um apelo: “nas futuras políticas governamentais devem ser intensificados o ensino e a divulgação da língua portuguesa”.

Fonte colaborativa: Tribuna de Macau

 

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