Universidades do Pará e de Cabo Verde querem reforçar cooperação

images (3) A Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Uni-CV, universidade pública de Cabo Verde, devem assinar brevemente sete adendas ao seu protocolo de cooperação de 2009, anunciou o assessor de relações internacionais para universidades africanas lusófonas da instituição brasileira, citado pela agência Inforpress.

Segundo Marcelo Galvão Baptista, uma das primeiras iniciativas desta nova etapa da cooperação poderá acontecer com a retoma do mestrado em segurança pública e uma eventual evolução deste para o doutoramento, uma vez que a Universidade Federal do Pará é a única no país com essa formação.

O assessor de relações internacionais da pró-reitoria desta área para universidades africanas de língua portuguesa foi responsável pelo primeiro curso de mestrado em Cabo Verde nessa disciplina, altura em que foi “cedido” pela UFPA para trabalhar alguns anos na Uni-CV, onde foi presidente do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, vice-reitor e reitor em exercício.

Entre as áreas que podem vir a ser contempladas por essas adendas, em Cabo Verde e no Brasil, Marcelo Galvão Baptista destacou história da arte, estudos afro-diaspóricos, violência baseada no género (VBG), empreendedorismo universitário, inovação tecnológica, ordenamento territorial, além de acções conjuntas ligadas à Casa Brasil/África e à Cátedra Amílcar Cabral.

Da parte da Uni-CV, existem outras propostas que deverão ser estudadas com a UFPA, admitiu o professor, que afirmou continuar a acompanhar a cooperação com a fundação CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) do Ministério Brasileiro da Educação, no âmbito da iniciação científica.

“Eu trouxe este projecto para Cabo Verde, coordenei-o durante o tempo que fiquei cá e continuo, de alguma forma, a ajudar a Uni-CV nesta área”, realçou, lembrando que a UFPA já assinou um protocolo com a universidade pública para que os alunos de iniciação científica também sejam alocados nessa instituição brasileira.

Isso enquanto a CEPES continuar a apoiar a Uni-CV neste projecto, explicou Marcelo Galvão Baptista, esperançado que assim será porque a parte cabo-verdiana “faz o seu trabalho de casa, ou seja, os alunos beneficiados (20 anualmente) realizam, no seu regresso, congressos de iniciação científica e fazem edições, o que é muito importante”.

Fonte: Portugal Digital/Infopress

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