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Embaixador Murargy visita Timor-Leste.

Secretário Isac MuragyO Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Embaixador Murade Murargy, desloca-se à República Democrática de Timor-Leste, entre os dias 22 e 26 de Abril, com o objetivo de articular com as autoridades o exercício da presidência da Organização, a ser assegurada pelo período de dois anos, a partir da X Conferência de Chefes de Estado e de Governo, prevista para o próximo mês de Julho, em Díli.

Timor-Leste formalizou a intenção de assumir a presidência rotativa da CPLP na última Conferência de Chefes de Estado e de Governo, realizada em Julho de 2012, em Maputo.

O Secretário Executivo vai, ainda, analisar a operacionalização da abertura da Representação da CPLP em Díli, em fase de acabamento de construção. Esta é a segunda deslocação a Timor-Leste realizada pelo embaixador Murargy, depois de ter efetuado uma visita oficial em Fevereiro de 2013 – a primeira visita oficial do embaixador Murade Murargy a um Estado-membro, depois de ter assumido funções na CPLP. 

Timor-Leste aderiu formalmente à CPLP na Conferência de Chefes de Estado e de Governo realizada em Brasília, em Julho de 2002, imediatamente após a sua independência. A CPLP congrega oito Estados-membros, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, e três países com o estatuto de Observador Associado, a Guiné-Equatorial, a Ilha Maurício e o Senegal.

Fonte: cplp
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“A diversidade dos espaços linguísticos em Portugal e nos seus contextos migratórios”

logos_CES_01Amanhã, dia 23 de Abril de 2014 (quarta-feira), realiza-se no Espaço CES-Lisboa uma mesa-redonda interdisciplinar em torno do tema “A diversidade dos espaços linguísticos em Portugal e nos seus contextos migratórios”, uma iniciativa organizada pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra,  ILTEC e  Centro População e Desenvolvimento da Universidade Paris Descartes, no âmbito das atividades do Núcleo de Estudos sobre Humanidades, Migrações e Estudos para a Paz (NHUMEP) do CES-UC. Saiba mais, clique aqui

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Mia Couto: “O português do Brasil vai dominar”

Mia coutoEm entrevista à Revista Época, o escritor moçambicano Mia Couto diz que o Brasil reúne condições para se tornar a nação dominante do ponto de vista cultural e linguístico. Leia a entrevista, clique aqui.

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Uma leitura encenada da obra “A Noite”.

Cartaz A NOITE de SARAMAGO

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Acordo Ortográfico ratificado até final da legislatura

MuradeO secretário executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, revelou que o Acordo Ortográfico de língua portuguesa deverá ser ratificado por Moçambique até ao final da presente legislatura.

«Talvez até ao fim da legislatura possa ser ratificado. Temos de ter em conta que o Acordo tem as suas implicações», explicou.

Para o responsável, é necessário «avaliar mudanças de livros, de instrumentos» de forma que o novo acordo seja posto em prática, apesar de haver outras prioridades.

«Os nossos países têm outras prioridades sociais urgentes, que é preciso atender. O Acordo Ortográfico é prioridade, mas a seu devido tempo», acrescentou.

Fonte: A Bola
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“A comunidade lusófona só estará completa quando abraçar todas as regiões, também a Galiza”

Por Ollala Rodil

aprovação da Lei para a utilização da língua portuguesa no Parlamento ressoou na imprensa de Portugal onde não poucas pessoas, organizações e grupos defendem a inclusão de nosso país para a comunidade lusófona. Entre eles, o Movimento Internacional Lusófono(MIL) tem sido um dos mais ativos na defesa da Galiza como parte da lusofonia.

galizaSeu presidente, Renato Epifânio, mesmo publicou um artigo de opinião no jornal Publico.ptem que defendeu a pertença da Galiza à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Um facto que não ocorreu até agora, disse em conversa com Sermos Galiza, por duas razões: as “regras em vigor” que regem a CPLP mas também, por questões políticas, entre as quais se encontra a rejeição de Portugal a gerar um conflito político-diplomático com o Estado espanhol .

“Denunciamos, de resto, em divido o tempo, o facto de Portugal ter sido o único país em não apoiar a concessão da categoria de Observador Consultivo à Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, entidade que, como se sabe, tem já um histórico muito apreciável”, explica Renato Epifânio . “Como português, senti-me envergonhado por essa decisão”, acrescenta.

“Como português senti-me avergonhado pelo facto de Portugal ter sido o único país em não apoiar a concessão da categoria de Observador Consultivo à Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa”

Os povos lusófonos

É que “a questão galega” -como definem desde o MIL a integração da Galiza na comunidade lusófona- “sofre do fantasma político -sobretudo numa altura em que o todo espanhol ameaça com desagregar-se”, disse Epifânio. Porém, acrescenta, “por muitos cuidados que se tenham, a verdade é que existe uma singularidade linguístico-cultural na Galiza que, por direito próprio, integra essa realidade plural e polifónica que é a Lusofonia” .

É o que defendem desde o Movimento Internacional Lusófono por “uma evidência histórica”. Neste sentido, estão cert@s de que a CPLP “só estará completa quando abranger e abraçar, não apenas os países de língua portuguesa, como todas as regiões com fortes ligacões histórico-culturais a esta Comunidade Lusófona”. Territórios que abrangem para além da Galiza “também Goa, Macau e Malaca” .

Mas para a adesão dessas formações sociais à CPLP seria preciso mudanças nas “regras em vigor” que regem esta organização internacional , pois, aponta Renato Epifânio, “como se deduz pelo próprio nome, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, só acolhe países”. Assim, a desde o MIL defendem a alteração do significado do ‘P’ e, em troca de ” países”, introduzir “povos”. “Poderíamos até manter o acrónimo, ficando assim, CPLP:” Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa”, ressalta.

“A questão galega sofre do fantasma político, sobretudo numa altura em que o todo espanhol ameaça com desgregar-se”

Para Epifânio “nas palavras de Agostinho da Silva, um dos nossos maiores inspiradores, ainda “não realizado que actualmente habita Portugal, a Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola, Moçambique, Macau, Timor, e vive, como emigrante ou exilado, da Rússia ao Chile, do Canadá à Austrália”. E que inclui igualmente a Galiza – como o próprio Agostinho da Silva reiteradamente defendeu”.

Galiza na lusofonia “sem ingerências externas”

Mas em Portugal, as organizações, grupos e pessoas que defendem a incorporação da Galiza à CPLP estão cert@s de que “a iniciativa deve vir sempre da Galiza. São os galegos que devem sempre expressar a sua vontade, porém sem ingerência externas”. Neste sentido , mostram sua alegria pela aprovação da Lei para o aproveitamento da língua portuguesa. Um facto que, dizem, esperam serja um primeiro passo para a adesão do nosso país à comunidade lusófona.

“O MIL respeita a autonomia de cada país e Região , procurando depois defender e difundir o conceito de “cidadania lusófona “”, destaca ao mesmo tempo que salienta o reconhecimento que receberá o 16 de Abril em Lisboa Ângelo Cristóvão . Este licenciado em Psicologia nascido em Padrón, será premiado no II Congresso de Cidadania Lusófona como Personalidade Lusófona ” em reconhecimento de todo o seu incansável Trabalho em prol do reforcem os laços entre a Galiza ea Lusofonia”, disse Epifânio .

Fonte: SermosGaliza.com
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Morre escritor colombiano Gabriel García Márquez, vencedor do Nobel de Literatura de 1982.

downloadFaleceu nesta quinta-feira (17/04) o escritor colombiano Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, aos 87 anos.

Considerado o criador do realismo mágico na literatura latino-americana, García Márquez, apelidado pelos amigos de Gabo, foi um dos mais importantes escritores da América Latina. Nascido em 6 de março de 1927 na cidade de Aracataca, na Colômbia, morava no México havia mais de três décadas.

Autor de Cem Anos de SolidãoO Amor nos Tempos do CóleraCrônica de uma morte anunciada e tantos outros livros que se tornaram best-sellers ao redor do mundo, Gabo começou a escrever como jornalista, no jornal El Universal, em Cartagena.

Foi correspondente internacional duas vezes: a primeira em 1958, na Europa, e a segunda em 1961, em Nova York, onde foi perseguido pela CIA por suas críticas a exilados cubanos e suas ligações com Fidel Castro. Com o irmão, Jaime Abello, fundou em 1994 a Fundação Neo Jornalismo Iberoamericano.

Seu primeiro livro, La Horajasca, foi publicado em 1955 e apresenta pela primeira vez o povoado fictício de Macondo, onde mais tarde seria ambientada a história de Cem Anos de Solidão. Publicado em 1967, o livro é considerado o mais importante da carreira de García Márquez e também a segunda obra mais relevante de toda a literatura hispânica, ficando atrás apenas de Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes. Cem Anos de Solidão já vendeu cerca de 30 milhões de exemplares em 35 idiomas.

Em 1982, García Márquez foi escolhido o vencedor do Nobel de Literatura “pelos seus romances e contos, em que o fantástico e o real se combinam num mundo densamente composto pela imaginação, refletindo a vida e os conflitos de um continente”, segundo o comitê.  Foi o segundo latino-americano a receber o prêmio, tendo sido o chileno Pablo Neruda o primeiro.

Fonte: Opera Mundi
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